A Vitória

vício em pornografia

32 anos de idade, ainda virgem e com DE. Assim, me deparei neste fórum no dia 23 de maio. Escrevi bastante tenso minha primeira dúvida, que está no link acima. Tudo começou quando, dias antes, fui me masturbar junto com minha namorada. Meu pênis não ficava ereto. Só com muito esforço, numa ereção meio bomba, consegui ejacular, fantasiando cenas de sexo. Foi rápido e sem muito prazer. Sentia-me um zero à esquerda por não saber exatamente o que acontecia comigo. Tinha gozadas sensacionais vendo pornografia ou me masturbando na hora do banho e não entendia o por que de não me excitar pela minha parceira que amava tanto.

Senti-me mal após a situação. Depois, fui pesquisar sobre impotência sexual e disfunção erétil na internet e me deparei com este fórum. Lendo alguns relatos, percebi que meu problema era DE, induzida pelo uso excessivo de PMO. Estava até com vergonha de citar este termo na minha dúvida. Minha vida sexual desde jovem sempre fora de masturbação com fantasias ou vendo pornografia. Creio que, se não fosse a troca de intimidades com uma mulher real, eu nunca saberia dos males desse vício.

Dias depois, em 15 de junho, decidi criar meu diário. Eu tinha vergonha de relatar e participar. Já passava por uma série de sintomas de abstinência. Enquanto isso, visitava o fórum, lendo todas as postagens e conceitos técnicos sobre o vício. Também, lia o diário dos outros rebooters e as inúmeras preocupações de quem apresentava dificuldades de ereção. Aos poucos, fui percebendo a noção da gravidade do que representa o vício em PMO. Como pode o excesso de pornografia causar disfunções? Era uma coisa difícil de aceitar. Só quem tem o vício e luta diariamente para se livrar dele tem a consciência da DE induzida e outros males oriundos da compulsão. Passei pela flatline nos primeiros dias, cujo pênis parecia uma cobrinha morta. Aquela sensação de completa falta de libido. Depois, senti os desassossegos e fissuras após os 20 dias. Neste reboot, fazia masturbações esporádicas ainda não muito boas. Até que depois de 30 dias, a ereção já estava muito melhor e eu estava sem aquela ansiedade e preocupação por falhar.

Depois dei uma sumida do fórum. Antes de encontrar com minha antiga parceira, deixei minha última mensagem no início de Julho. Só reapareci depois de quase dois meses, relatando sobre as ótimas ereções nas relações sexuais. Estava com um medo desgraçado de brochar. Isso, graças à Deus, não aconteceu. Tive ereções 100%. Pela primeira vez na vida, soube o que era o sexo de verdade. Era meio desajeitado fazer, mas muito intenso. Não se compara ao sexo dos filmes pornôs. Sentir os toques na pele, os beijos, cheiros, sensação do orgasmo, tudo no prazer de compartilhar isso com amor. Aquela sensação singular da penetração. Só algumas vezes, que o pênis teimava em não subir, mas relaxava um pouco e a ereção ficava boa. Essas experiências foram muito importantes na primeira fase do reeboot, pois compreendi a ilusão que a pornografia representa. O sexo real é muito mais gostoso. Diante, da pornografia, a gente só olha os outros transando e não participamos de nada daquilo. Ficamos fascinados por imagens, e não necessariamente pelo sexo. Até tinha postado sobre estas boas relações sexuais. Mas apaguei o tópico por causa dos possíveis gatilhos.

Aí fiz nova reaparição já no fim de setembro. Já cumpria parte do segundo reboot. Sempre atento as novas experiências de novos rebooters. Comecei a ler o e-book e instalei o contador. Teria a chance de experienciar os reais benefícios. Mais feromônios, ótimas ereções após 90 dias, mais disposição física, concentração melhor, mais sociabilidade, etc. Isso foi outro fator para não desperdiçar uma chance de cumprir 90 dias e ir mais além. Eu sentia os mesmos sintomas de abstinência, conforme o primeiro reboot. As fissuras repentinas e os hábitos de fantasiar persistiam. Depois, bateu uma vontade de ver imagens eróticas. Até que aconteceu a queda em meados de Outubro. Lembrava muito das relações sexuais com minha antiga parceira. Sexo dá saudade. Cheio de desejos, me masturbei voluntariamente. Foi até uma masturbação prazerosa, pois fiz sem recorrer aos vídeos pornográficos e sem lembrar de sexo, só sentindo as sensações físicas. Claro que zerei o contador, pois a meta sempre foi hard mode e nunca permiti masturbação durante o reeboot.

No terceiro reboot, apresentei os mesmos sintomas de abstinência, porém de forma mais branda. Apenas, passei por alguns momentos de fissura nos primeiros dias. Foi neste reboot que compreendi sobre aguentar o máximo de tempo de abstinência em MO. Dessa forma, se rompe os limites do reboot anterior e se pode suportar muito mais dias. Simplesmente, se abster acaba se tornando um hábito. Novos hábitos geram novos condicionamentos. Mas aconteceu algo inesperado. Meu relacionamento de quase dois anos terminara. Eu considero o fim do relacionamento a pior parte do processo. Cheguei a decisão de querer ver pornografia e me masturbar novamente. Não fiz isso. Pensei comigo que seria burrice de minha parte usar a PMO para aliviar frustrações da minha vida. Que sentido tem ficar solitário, cheio de ansiedade social, batendo punheta e assistindo pornografia por causa de um relacionamento frustrado?! De jeito nenhum voltar para a lama. Os problemas da vida são os problemas da vida; os problemas do vício são os problemas do vício. Coloquei na cabeça que o vício deve ser uma coisa que se deve resolver separadamente, e não um problema para resolver outro. Este reboot era indiretamente uma chance de melhorar outros aspectos da minha vida. O relacionamento só me ensinou a ser mais espontâneo, em ter um sentido para viver e sentir as responsabilidades que se assume por dividir os sonhos da vida com uma parceira. Desenvolvi muita confiança e alegria por causa de se sentir amado por uma mulher. Meu erro foi apostar toda minha vida e felicidade em um relacionamento. Como se um relacionamento fosse me fazer feliz. Assim, a auto-estima fica subordinada a uma situação de risco. Na verdade, a felicidade da vida não se baseia dessa forma. Se a gente não consegue despertar felicidade de dentro de nós, podemos ter todos os prazeres do mundo e não conseguiremos encontrar uma alegria verdadeira com sua parceira e nem outras pessoas. A gente tem de ter nossa própria alegria, estando só ou em sociedade, pois mais cedo ou mais tarde vamos projetar insatisfações nas pessoas a nossa volta.

O que complicou o processo foram os gatilhos voluntários. Manter situações de gatilhos é que atrapalha sempre o reeboot, ainda mais nos primeiros dias. De vez enquanto, acessava o Google +. Estava por volta de 40 dias de reboot. Lá, dava olhadas “inocentes” em algumas fotos de mulheres em uma comunidade chamada “Namoro, amizade e bate papo”. Eu não achava que vendo mulheres assim, se exibindo em poses sensuais, não gerava gatilhos. Para mim, era “inocente”. Racionalizava comigo: “você não pode ver vídeos de sexo. Mas veja umas fotos de mulher de calcinha. Não vai afetar em nada”. Mas atiça sim. Porque eu olhava uma ou outra foto e prometia sempre sair do pc, mas sempre ficava mais de três horas do sábado, fuçando o Google +.

Depois, comecei a acessar fotos de mulheres de lingerie na sessão das imagens do Google. No Google +, tem muita dessas mulheres exibidas que se posam de saia curta, mostram as pernas, os seios em sutiã, etc. E eu me babando em ereção por aquilo. Isso que é estranho. Ficar excitado por mulheres que nunca vou conhecer, que nunca vou ter um relacionamento e nunca fazer sexo com elas. É a apaixionite por imagens, disfarçada em carência afetiva. Era a mesma sensação de ver pornografia. Porque a gente clica e clica e não para, sempre querendo ver mais. Depois, voltei a ver vídeos sensuais no YouTube. Mulheres de biquíni, fazendo ginástica eram os meus preferidos. Ficava em ereção, sem me masturbar. Não era cena de sexo, então estava tudo ok para mim. A situação complicou em dezembro. Alguns colegas aqui me alertando para eu ter cuidado com isso, dizendo que minha queda era iminente. A verdade é que eu até estava querendo parar de acessar as devidas imagens. Mas, meu cérebro já estava tão ativado pelos gatilhos, que foi difícil controlar a situação. Em dezembro, comecei a ver vídeos de uma garota só de biquíni, dançando, debaixo do chuveiro. Vi este vídeo umas dez vezes. Aí, de que adianta fazer o reeboot e contribuir voluntariamente com gatilhos? A gente se sabota. A compulsão por ver imagens e vídeos voltou novamente. Não tem jeito. A gente vai progredindo, escalando os níveis. Foi assim que no dia 9 me masturbei de novo, jogando fora 54 dias de reboot. Alguns até me parabenizando pelos dias que cumpri e já tinha recaído. Não cheguei a ver vídeos e imagens de sexo. Por isso, quando oriento alguns aqui para desativar redes sociais, é por causa disso. Uma hora, bate a fissura e estamos num dia estressante ou “sem fazer nada”, e não tem como segurar. As redes sociais ainda abertas serão a reentrada para o vício. E, se redes sociais continuarem abertas, isso vai atrapalhar a restauração, reativado às fantasias voluntárias. Por isso, temos que tirar do PC tudo o que atrapalha o reboot, senão não vamos muito longe e as recaídas serão constantes com as desculpas esfarrapadas de sempre. Enquanto a compulsão for grande, limitar o máximo o acesso em redes sociais é salutar a restauração. Foi isso que aprendi no terceiro reboot.

No quarto reeboot, também em hard mode, eu mal sentia os sintomas de abstinência. Foi neste reboot que praticamente senti a perda da compulsão por PMO. Aquela fissura constante praticamente desapareceu. Aquela vontade de ficar em ereção toda vez que tomava banho simplesmente sumiu também. Não mais tive vontade de buscar ver imagens ou vídeos eróticos e nem mais vontade de fazer MO. Para isso, uma decisão fora crucial: desativar as redes sociais e ativar o bloqueio de conteúdo considerado impróprio, do Google e do YouTube. Eu tomei consciência de que mulheres não poderia ser vistas nuas na internet. Por volta dos 40 dias, comecei a sentir de forma mais acentuada os benefícios do reeboot. Uma energia boa circulando, mais disposição para fazer as coisas e mais confiança e motivação para falar sem ansiedade com as pessoas. Tive mais de seis poluções noturnas. Somente sentia umas leves fissuras e umas fantasias por desejar as mulheres que eu via na rua. Enfim, este foi o reeboot mais eficiente que fiz. O lance é desenvolver resistência, independente das fissuras e outros sintomas de abstinência. Aguentar a dor é o que nos torna mais fortes para superar e aguentar fissuras maiores. A dor é temporária. Assim, a gente pode está no controle sempre e ajuda a criar resistência.

Eu falo de uma forma que pareço seguro. Mas não. Hoje, ainda eu tenho sempre as mesmas dúvidas e fraquezas de todos aqui. Os relatos do Magrão, Luís Santos e outros rebooters esclareceram muitas experiências após os 90 dias. Às vezes, uma fantasia escapole e me imagino fazendo sexo com as mulheres que vejo por aí; às vezes, penso em me masturbar e às vezes acho que vou ficar impotente pela falta de relações sexuais. Tudo ilusão da mente, que teima em reativar os velhos estímulos condicionados e quer, sutilmente, me fazer voltar ao estilo de vida PMO. Mas, minha vontade agora é livre. Só eu que decido querer continuar livre ou escravizar novamente minha vontade em masturbação e pornografia. O lance é que a perda gradativa da compulsão é proporcional ao ganho de liberdade sobre o vício. Isto é fato. Realmente acontece o “milagre” no reboot, que é a perda gradativa da compulsão.

É isso aí. Contei primeiro a Vitória. Agora é a vez das derrotas e do meu passado. Na escola, até uns 12 anos, as garotas gostavam de mim. Era um moleque danado. Mas depois que comecei a quinta série, no ano que descobri a masturbação, eu me tornei diferente. Sofria bullying porque era da roça e as vezes chegava sujo na escola. Antes disso, aos 8 anos de idade, eu e uma vizinha de sete anos “fazia as coisas que os adultos faziam”. Foram muitas vezes. Sempre à tarde, a gente beijava na boca e depois fazíamos amor pelados, sem eu penetrar. Eu sentia um prazer bom fazendo o movimento de vai e vem em cima dela. Fizemos muita coisa indecente para nossa idade. Depois, uma vez que fiquei fazendo o movimento de vai e vem nela mais rápido , comecei a sentir mais prazer até que, do meu pênis, saiu um pouco de líquido branco e grosso. Mostrei isso a menina. Depois desse episódio, eu e ela nunca mais teve essas relações. Ela disse que o sexo estava ficando muito perigoso e aquele liquido era usado para “fazer menino”. Desistimos aos poucos de fazer amor e só nos beijávamos de vez em quando. Até que nunca mais “brincamos”. Estas foram minhas primeiras experiências sexuais. Só depois, aos 32 anos, voltei a ter um relacionamento sexual.

Sempre fui arredio e com muita ansiedade Nunca me senti pertencente à sociedade e a escola era perda de tempo. Gostava de ficar no meu canto sozinho no recreio. Mas o que mais gostava de fazer era chegar em casa e bater uma Punheta debaixo do chuveiro. Sempre pensando numa colega da classe, numa garota que achava gostosa, nas garotas do programa do Gugu ou Faustão e algumas atrizes. Este hábito durou até a idade adulta. As únicas imagens de sexo que usava para me masturbar eram de duas revistas em quadrinhos preto e branco. Isso até os 16 anos. Só fui ter acesso a imagens de sexo em 2002, em gifs, que demoravam a carregar. Mas, o que percebi foi que, vendo essas imagens de sexo, meu tesão era mais intenso e minhas ejaculações muito mais potentes. Via esporadicamente e quando não tinha acesso, ficava imaginando aquelas cenas de sexo com meninas que eu via por aí e as que eu achava gostosas.

Minha vida adulta foi toda assim. Sexo imaginário com punheta. Em 2007, tive contato com os primeiros vídeos pornôs. Eram vídeos caseiros. Mas foi a primeira vez que vi pessoas fazendo sexo. Era muito intenso. Depois, conheci os sites de pornografia. Aquela imensa variedade de situações proibidas e que povoa muito nosso imaginário. Gostava dos vídeos de sexo entre professor e aluna e empregada domésticas e patrões. Mas, assisti de tudo, coisa que só potencializou minhas gozadas, mas terminava essas sessões de PMO bastante extenuado. Sexo entre mulheres diferentes, trepando de tudo o que é jeito foram estímulos demais para minha descoberta. Depois, ganhei um ipod. Com ele, gravava vários vídeos da tela do PC e, de noite na cama, caia na punheta, até altas horas da madrugada, vendo estes vídeos. Esta prática durou até os 30 anos. O ipod estragou e só me restou assistir os vídeos pela PC. Quase todos os dias foram assim. Assistia uns 4 ou 5 vídeos e ia ao banheiro descarregar na pia.

O começo da “salvação” veio ano retrasado, quando conheci uma mulher. Foi o primeiro amor da minha vida. Nunca tinha me apaixonado. Isso fez eu perder um pouco a ansiedade que eu tinha. Diminui até um pouco a frequência da PMO, mas nunca abandonei totalmente. Ficava na expectativa de querer provar o sexo pela primeira vez. Aí comecei a me masturbar, fantasiando eu e minha antiga parceira fazendo sexo, igual nos filmes pornôs. Saber que alguém tem amor por você eleva a autoestima, deixa mais confiante porque eu comecei a fazer planos e poderia vislumbrar um objetivo na vida com outra pessoa. Alguns meses se passaram e uma vez eu e minha antiga parceira decidimos nos masturbar à distância. Acontece que quando fui manter uma ereção meu pênis não queria crescer, teimava em recuar. Mas, fantasiando um pouco, tive uma ereção e logo ejaculei, me masturbando rapidamente para gozar. Estava bastante tenso. Aí pensei muito preocupado o porquê disso acontecer. Se meu pênis ficava duro igual uma estaca de aroeira quando assistia pornografia, porque não ficar duro quando uma mulher real quer compartilhar um momento íntimo comigo? Aí fiquei preocupado e ansioso. Passei dois dias ruim. Imaginava quando eu tivesse um encontro com ela e a gente tivesse relações? Eu me sentia detonado, porque homem sem a potência sexual não pode ter filhos e, sem ereção, não se pode sentir o prazer do sexo. Foi aí que depois de algumas pesquisas sobre DE e impotência sexual, encontrei este fórum. Só é voltar lá no começo deste relato, onde toda a jornada do reboot começa neste fórum. Foi o princípio da salvação de verdade. Porque, depois de mais de 50 dias do primeiro reeboot, estava sentindo o que de mais sagrado a vida proporcionar quando dois seres se unem espiritual e fisicamente: Amor com prazer e prazer com Amor. Esta foi a primeira Vitória desta jornada nesta luta que sempre continua.

Completei, enfim, os 120 dias. Quais os benefícios ganhos: mais força física, fim da procrastinação (enrolava muito para iniciar as coisas e demorava terminar o que já iniciava), resposta imediata aos estímulos reais (muito mais desejo físico e menos fantasiar), perda da compulsão em PMO, não vontade de me masturbar (eu antes não passava um dia sem isso), mais percepção sobre as coisas (antes, tinha uma sensação de leveza e desatenção constante), voz mais firme, menos cansaço (antes, sentia minhas pernas muito fracas), várias poluções noturnas, mulheres olham mais para mim (acho que são os feromônios estão altos), mais disposição para viver (tinha mania de ficar triste e irritado), menos ansiedade e mais organização em fazer as tarefas.

Todos os meus agradecimentos ao Projeto e Magrão. Responsáveis pela criação deste espaço que encontrei na hora certa. Aqui dividimos nossas quedas, ascensões e nossas experiências de luta, com toda a motivação para vencer dia a dia este vício. Agradecer também aos rebooters que venceram suas primeiras batalhas e se tornaram lendas: Toguro (“Está fazendo atividades extranet e já instalou os bloqueadores?”), Canaã (Vontade livre versus vontade condicionada), Mario Vieira (aparecendo todas as manhãs e deixando aquela mensagem 1000% de pura motivação), Mestre Yoda (a criatividade e sabedoria Jedi no reboot ), Broda (muita inteligência e percepção aguçada do processo das experiências coletivas do reboot), W. Burk (o iluminado), Parsifal (vencemos o mesmo drama, cara!) e os outros companheiros de luta: Randy, Granado, Flag, Stone, Bruce, Cavaleiro Oculto, Marquinhos, Corredor, Luís Santos, Texugo, Arqueiro, Rapaz, Marcelo, Coveiro, Kronos e tantos outros vencedores nesta luta tão árdua. Agradeço também a todos os rebooters que estão nesta batalha diária, porque ainda é minha batalha. Vencemos 10 dias, 20 dias, 30 dias ou 90 dias. Não importa. Continuem vencendo, mesmo com as recaídas. Com o tempo seremos capazes de vencermos todos os dias.

Fonte: http://vicioempornografiacomoparar.com/?p=2906&preview=true