Do cepticismo ao fim da Disfunção Erétil

Por: Rafael Rossi
Por: Rafael Rossi

Psicólogo

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Relato:

CAMARADAS ALEM MAR

Eis mais uma simples história de sucesso relatada por um Homem céptico com 40 anos de idade.
Quero antes de mais agradecer publicamente, a TODOS os companheiros deste fórum pela ajuda e pelo apoio sempre presente que nunca me abandonou.

Para quem não me conhece sou o Bimike no forum e começo a escrever a minha história de sucesso após 150 dias livre desta maldição que sem saber me atemorizou durante três longas décadas.

Com apenas 10 anos de idade descobri sozinho o prazer da masturbação, e com ela o descarregar de emoções prazerosas e solitárias que me faziam viajar num mundo de fantasia erótica.

Sempre fui um patinho feio ou pelo menos era assim que me faziam pensar e como tal julgava que nunca iria encontrar uma mulher onde conseguisse enfiar o pato naquele buraco escuro e húmido que nos dava a medalha dourada em que constava já não ser virgem.

Enquanto adolescente foi assim a minha vida durante longos anos. Na altura somente existiam revistas playboys, que me deliciava a desfolhar manualmente em ambos os sentidos kkkkk.

Aos 17 perdi a virgindade com uma rapariga de 27 no hall de entrada do prédio onde ela residia. Não se pode apelidar pouco próprio para o efeito, mas, a alegria de poder dizer… Já não sou virgem era tal que tornou a situação mais engraçada ainda.

Neste tempo já havias filmes em cassete VHS, e claro muito dispendiosos, os poucos que havia… era até gastar a fita.

Aos 19 tornei-me militar e com a testosterona no top a situação já tinha mudado, pois de patinho feio, tinha virado um jovem bem aparentado elegante e com vontade de aproveitar tudo o que até então me havia sido negado.

Aos 24 apos ter recebido um leitor de vídeo VHS e de muitos filmes P visualizar aconteceu a primeira situação de DE… Inacreditável, a mim? Como era isto possível? Ri de medo e durante uma semana sempre a meio gaz com esta rapariga em que ela própria já não acreditava na fama que tinha… felizmente fiquei sem o videocassete e após essa semana tudo voltou ao normal…

Aos 27 já tinha estado com tantas mulheres que lhe perdi a conta, muitas delas serviam somente o propósito de elevar o meu ego por uma noite e no dia seguinte andava na caça novamente. Cheguei e passei os três dígitos de mulheres com quem tinha tido sexo e optei por mudar de vida. Casei com a mulher que conheci antes mesmo de me ter tornado militar e continuo até hoje muito feliz.

Escusado será dizer que, não obstante ter “sexualmente” estado com as mulheres que estive, a MO era presença diária e constante na minha vida, pois por muitas mulheres que tivesse, aquele momento solitário era só meu e tinha de ser esmifrado todo santo dia vezes e vezes sem conta.
Aos 30, entravamos assim na era da internet de banda larga e a acessibilidade a sites de P começou em debandada. Era necessário ter alguns conhecimentos para saber como os encontrar e aos poucos com chegada das redes sociais começou propagação generalizada dos sites específicos de P… era a descoberta do santo graal.

Aos 34 já era um expert na matéria e revirava tudo o que encontrava pela frente, dai até aos dias actuais já todo mundo aqui no fórum conhece.

O problema começou então a surgir… começou pela falta de vontade com a esposa… depois a ER… e para terem noção chegava ao cumulo de estar com ela mais de uma hora no truca-truca, ela gozar várias vezes até a exaustão, e eu sorrindo satisfeito (também eu esgotado) deixava-a adormecer e ligava o computador revirando os sites e lógico PMO… muita PMO mesmo.

Posso afiançar que chegava a praticar entre 3 a 6 por dia, sem nunca me dar conta que os ditos problemas de DE e ER advinham desta prática tão maliciosa. Pelo contrário… pensa eu que se conseguia uma erecção satisfatória com MO o problema com sexo real era físico…

Poucos dias após fazer 40 anos, um post no facebook me chamou a atenção… 50 perguntas e respostas frequentes sobre pornografia (capitulo 8 do E- book). Li e reli essas questões e de imediato uma luz se acendeu na minha cabeça… Putzzzzz afinal a minha DE e ER não era física, mas sim originada por excesso de pornografia…

Sem ainda ter lido o E-book, falei com minha esposa e lhe contei o que se estava a passar comigo. Nesse mesmo dia, procurei o e-book, li-o na integra e conjuntamente sentei-me à secretária e apaguei todo material porno desde filmes, históricos e link guardados. Afinal era a minha sexualidade que estava em causa. NEM HESITEI. Foi tudo de uma só vez.

Para terem uma ideia da minha determinação somente 2 semanas apos ter começado o reboot é que vizualisei o vídeo do Gary, e me registei no fórum.

Aproveitei assim a época do Natal para passar um mês em hard mode, nem sexo com a esposa… Sensivelmente após 40 a 50 dias de ter dado inicio e não esquecendo ter passado um pouco mal, desde insónias a flatline, mantive-me firme e sempre que pensava (…só uma vez…) abria o fórum e lia as histórias de quem tinha recaído e interiorizava toda aquela sensação de recomeçar tudo de novo. Ao mesmo tempo lia as histórias de sucesso e me imaginava como seria voltar a não depender de químicos para ter uma boa erecção e conjuntamente poder ter orgasmos com sexo real e não através da MO. A vontade passava e sentia que tinha vencido mais um dia.

Durante este período inicial do reboot o ceticismo ainda se mantinha, mas nunca pensei em vacilar. Estava decidido a ir até ao fim e depois poderia ter a minha própria opinião.
Decidi não instalar quaisquer bloqueadores pois para mim era a forma de poder ludibriar o processo. Inicialmente também não procurei por atividades extranet, e aí sim foi um erro pois tornaria o reboot menos pesaroso.

Pois bem, aos 80 dias até a minha esposa se ria de toda a confusão que indiretamente me tinha acometido ao longo destes últimos anos. A cada dia que passava sem ER era o ex-libris da nossa relação pois já fazia anos que eu precisava de dar uma mãozinha para ter um O. Ela SEMPRE me dando todo o apoio e sem nunca exigir nada.

A determinada altura ouvi e segui bons concelhos do Toguro, Blpr, Mario, Marcelo, W. Burk, Flag entre outros… tendo sempre mantido um bom dialogo e muito encorajador. Porém senti a necessidade de também dar alguns concelhos, e desde a A_Girl ao António71 um obrigado por me ouvirem. Mas ao Antonio71, tenho mais uma palavra dizer/agradecer; um grande apreço pois apesar de todos os desaires da vida, mantém-se firme. Grande Homem que me deu muita motivação para ser um exemplo.

Desta forma faltava apenas saber após este tempo todo qual era a sensação de MO. Então, criteriosamente decidi que após os 100 dias iria experimentar MO. Não me recordo ao certo, mas escolhi o 1º dia em que a esposa estivesse com a menstruação e assim fiz. Contei para ela que iria testar MO para saber como reagiria e se de que forma me iria afetar.

Nesse dia fi-lo duas vezes e sempre na memória das ultimas transas com a minha linda esposa sem ER/DE. Podem não acreditar, mas em nenhum momento me passou pela cabeça abrir um site de P nem tão pouco imagens desses sites. Incrível aquela sensação livre de pensamentos em abrir um site de P.

Passados a fase da menstruação (mais ou menos uma semana) queria ver como era com a esposa e tudo tranquilo e sereno. NADA de ER nem DE. Simplesmente uma sensação espetacular.

Decidi então para mim mesmo que caso pretendesse voltar a repetir o feito ( MO ) seria somente nestas condições (1º dia em que a esposa estivesse com a menstruação). O irónico é que já voltou a estar menstruada e não me deu a mínima vontade para MO. Mais uma sensação espectacular saber que não dependo mais de ter O. sozinho.

Hoje sinto-me um vitorioso, jovem e de novo e sexualmente activo, coisa que nestes últimos anos já quase não sabia o que isso era sem a ajuda dos ditos químicos.

Meus companheiros este é o resumo do meu reebot. E ACREDITEM… VALEU A PENA TER COMEÇADO SEM NUNCA OLHAR PARA TRÁS.

Um bem-haja a todos e nunca deixem a PMO tomar conta das vossas vidas NUNCA MAIS.

Fonte: http://comoparar.forumeiros.com/t3151-150-dias-do-cepticismo-a-realidade-sem-de-e-er

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