Vício – O que é? Causas e Tratamento – Como se Livrar de um Vício Hoje!

Por: Rafael Rossi
Por: Rafael Rossi

Psicólogo

Como parar hoje?

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Acredita estar desenvolvendo algum tipo de hábito nocivo ou ter perdido o controle sobre alguma situação?

Quer entender um pouco melhor o que está vivendo e como buscar ajuda?

Então, você veio ao lugar certo!

Nesse artigo você irá descobrir:

  • O que é um vício – origem da palavra
  • O que é um vício – segundo a ciência?
  • Porque as drogas e o álcool não são as únicas substâncias viciantes.
  • Quais os tipos de vício existentes?
  • Quem pode desenvolver vícios?
  • Quais as consequências de um vício?
  • Quais os estágios de aquisição de um vício?
  • Como diagnosticar um vício?
  • Como procurar ajuda para lidar com um vício?
  • Como tratar um vício?

O conceito de vício é algo mais complexo do que parece e, de fato, cada vertente terá uma visão diferente.

Médicos, psicológicos, cientistas e religiosos terão uma interpretação diferente para a palavra “vício”.

Mas afinal o essa palavra realmente quer dizer?

 

O que é um vício – origem da palavra

Do latim “vitium”, que significa originalmente “falha ou defeito”, vício significa “agir através de um hábito repetido constantemente e que acarreta algum tipo de prejuízo à pessoa ou aos que convivem ao seu redor”.

Esta definição clássica vem de uma visão religiosa, onde o vício tem um aspecto “negativo”, “inadequado” e “moralmente incorreto”.

No entanto, a ciência realizou e ainda realiza muitas pesquisas para entender esse tipo de comportamento.

Depois de muitos anos, finalmente, a OMS (Organização Mundial de Saúde) enquadrou o vício como uma doença física e psicológica passível de tratamento, uma vez que, é uma forma de atingir prazer que gera dor.

Vale pontuar que não existe apenas um tipo de vício e sim vários.

Falaremos disso em seguida…

 

Quais os Tipos de vício existentes?

Como dissemos, há diversos tipos de vício.

Resolvemos reunir os principais e resumir cada um deles.

  • Vício em álcool: O vício em álcool, também conhecido como alcoolismo, é uma doença que afeta pessoas de todas as esferas da vida. A gravidade da doença, com que frequência alguém bebe, varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas bebem muito durante todo o dia, enquanto outras bebem demais e ficam sóbrias por um tempo.
  • Vício em drogas: O vício em substâncias (ou dependência de drogas) é um distúrbio neuropsiquiátrico caracterizado por um desejo recorrente de continuar tomando a droga, apesar das consequências prejudiciais. Diferente do vício em não-substâncias (ou dependência comportamental) que abrange o jogo patológico, dependência alimentar, vício em internet e vício em celular, o vício em substâncias é popularmente conhecido como “vício em drogas”, sendo as mais comuns a nicotina, encontrada no tabaco, o THC encontrado em maconha, a cocaína e o crack e os opiáceos (narcóticos) ou analgésicos encontrados nos remédios comuns.
  • Vício em jogos de azar: O vício em jogos de azar, é um desejo de jogar continuamente, apesar das consequências negativas prejudiciais ou do desejo de parar em um indivíduo. Vício em jogos de azar é um comportamento viciante, caracterizado pelo excesso de impulsividade e que possui alta comorbidade com problemas de alcoolismo.
  • Vício em comida: Um vício em comida ou dependência por alimentos é um vício comportamental que é caracterizado pelo consumo compulsivo de alimentos geralmente com alta taxa de gordura e açúcar, apesar das consequências negativas, que ativam o sistema de recompensa do cérebro em humanos e outros animais.
  • Vício em vídeo games: O vício em videogames (VGA) tem sido sugerido por alguns membros da comunidade médica como um vício comportamental distinto caracterizado pelo uso excessivo ou compulsivo de jogos de computador ou videogames que interferem negativamente na vida cotidiana de uma pessoa.
  • Vício em internet: O vício em Internet é caracterizado por preocupações, impulsos ou comportamentos excessivos ou incontroláveis em relação ao uso de computadores ou acesso à Internet que levam a problemas ou sofrimento (muito confundido com o vício em pornografia – se você usa a internet especialmente para ver pornografia, você provavelmente está viciado em pornografia e não em internet).
  • Vício em sexo: O vício em sexo, também conhecido como dependência sexual, é um estado caracterizado pela participação compulsiva ou envolvimento em atividade sexual, apesar das consequências negativas (também muito confundido com o vício em pornografia – se além de buscar por sexo de forma compulsiva, você consome pornografia, você muito provavelmente está viciado em pornografia e não em sexo, sendo o último consequência do primeiro e não o inverso).
  • Vício em pornografia: Vício em pornografia é a compulsão por consumir e se estimular através de material pornográfico virtual. Sua existência é fruto de uma série de mudanças ocasionadas no cérebro, que afetam tanto a sua química como sua anatomia e refletem em sintomas e sinais específicos no comportamento.
  • Vício em masturbação: Vício em masturbação geralmente é o simplesmente o vício em pornografia disfarçado. Como geralmente a pornografia e a masturbação estão intrinsecamente associadas, as pessoas costumam confundir as duas coisas. Para saber mais a respeito das diferenças, clique aqui.

Esse é um resumo dos principais tipos de vícios existentes. Há outros ainda.

Com a ajuda de um profissional ou mesmo fazendo uma busca mais aprofundada é possível identificar características mais pontuais de cada um deles.

 

O que é um Vício – Segundo a ciência?

Mas afinal, o que é um vício?

E quais os critérios objetivos são utilizados pelos cientistas para saber se uma pessoa está viciada ou não?

Segundo a neurociência, um vício é basicamente uma desregulamentação do sistema de recompensas do cérebro.

E existem 4 critérios técnicos e objetivos para descobrir se o cérebro de uma pessoa está viciado ou não.

São eles:

 

1- Sensibilização

No cérebro de uma pessoa viciada, os circuitos cerebrais envolvidos na busca por prazer tornam-se hipersensíveis às memórias ou pistas relacionadas à substância viciante.

Por exemplo, no caso do vício em pornografia, as pistas, como por exemplo, ligar o computador, ver um pop-up, ou estar sozinho, desencadeiam um desejo por pornografia intenso e difícil de ignorar.

Talvez você sinta pressa, batimentos cardíacos rápidos, tremedeira, e tudo o que você consegue pensar é em fazer login em seu site pornô favorito.

Isso significa que o seu cérebro ficou mais “sensível” a qualquer estímulo associado ao vício.

 

2- Dessensibilização

Também chamada de tolerância, a dessensibilização diferentemente da sensibilização tem a ver com as mudanças químicas e estruturais de longo prazo no cérebro que deixam o indivíduo menos sensível ao prazer.

Sabe aquele seu amigo que bebe, bebe e nunca fica bêbado? É que ele desenvolveu tolerância à bebida e precisa cada vez mais bebida para sentir o mesmo prazer que antes ele sentia com apenas um copo.

É como se o cérebro dele, devido à quantidade exagerada de bebida ingerida se adaptasse à essa situação começasse a ficar “indiferente à bebida” (dessensibilizado), fazendo com que ele paradoxalmente procure por mais bebida para poder sentir a mesma sensação de prazer que ele sentia antes com pouca bebida.

 

3- Circuitos pré-frontais disfuncionais: 

O córtex pré-frontal do nosso cérebro é a região cerebral relacionada ao planejamento de comportamentos e pensamentos complexos, expressão da personalidade, tomadas de decisões e modulação de comportamento social, assim como a inibição de comportamentos indesejáveis.

Como os vícios atuam justamente nessa parte do cérebro, um circuito pré-frontal disfuncional significa uma “força de vontade enfraquecida”.

Com um controle de impulso reduzido, aumenta o desejo de usar a substância viciante e que se tem menos controle racional sobre o seu uso.

 

4- Sistema de estresse desregulado:

Por fim, os especialistas em dependência consideram o vício essencialmente um distúrbio de estresse.

Isso porque o uso crônico induz alterações múltiplas no sistema de estresse do cérebro e também afeta os hormônios de estresse circulantes como o cortisol e adrenalina.

Um sistema de estresse defeituoso resulta em maior estresse levando a ânsias e a recaídas.

É por isso que abandonar um vício leva a muitos dos sintomas de abstinência como: ansiedade, depressão, insônia, irritabilidade e mudanças de humor.

 

Álcool e drogas são as únicas substâncias viciantes?

Apesar de várias evidências, algumas pessoas ainda insistem em acreditar que apenas produtos químicos, como drogas sintéticas podem causar dependência.

No entanto, os neurocientistas que estudam os efeitos do vício no cérebro há anos não tem dúvidas de que tanto vícios comportamentais, como vício em pornografia e comida, por exemplo, possuem o mesmo efeito no cérebro que vícios em produtos químicos, como álcool e drogas.

Pior que isso: na verdade, os seres humanos estão mais propensos a se viciar em jogos de azar, comida e pornografia do que em drogas!

A razão do porque podemos nos tornar viciados com comida e sexo mesmo que não sejamos propensos a vícios, está no fato de que nosso circuito de recompensa nos estimula a procurar por sexo e comida e não drogas.

Isso ocorre porque diferente de drogas ou outras substancias artificiais, sexo e comida são estímulos dos quais dependem a nossa sobrevivência, daí o fato de eles terem se tornado a prioridade nº1 dos nossos genes.

Isso é tão verdade, que a obesidade é uma epidemia que se alastra pelo mundo. Atualmente, 70% dos adultos americanos estão acima do peso e 35% estão obesos.

E a pornografia é de longe o conteúdo mais consumido na internet. 25% de toda a internet de hoje é pornografia e esse número só aumenta.

 

Quem pode desenvolver vícios?

Como se trata de um problema evolucionário e genético e não um problema de caráter como vimos, qualquer pessoas está vulnerável à aquisição de um vício.

No entanto, algumas situações ou eventos específicos na vida de uma pessoa podem desencadear ou acelerar esse processo.

Psicólogos acreditam que vivenciar um trauma na infância ou mesmo passar por eventos estressantes na idade adulta e uma maior exposição a substância viciante, podem deixar as pessoas mais vulneráveis à aquisição de um vício.

Alguns exemplos:

  • Traumas;
  • Convivências com pais viciados;
  • Situações estressantes;
  • Exposição precoce à substância viciante.

Apesar de não ser uma regra, todos esses itens são exemplos de situações que podem contribuir para o surgimento ou desenvolvimento de um vício.

 

Quais as consequências de um vício?

Mensurar as consequências que um vício pode trazer a saúde e a qualidade de vida, pode variar de vício para vício.

Por exemplo, o vício em pornografia possui consequências bastante específicas como Disfunção Erétil e a Ansiedade, que são consequências diferentes das do vício em álcool ou em drogas, por exemplo.

No entanto, se pudermos listar características comuns em todos eles, seriam essas:

  1. Viver em função da substância viciante, deixando de lado sua vida pessoal, sua qualidade de vida e até mesmo seus amigos e familiares;
  2. Degradação moral e ética: a pessoa começa a não mais raciocinar logicamente, perdendo o respeito para consigo mesma e a empatia pelos seus semelhantes, fazendo coisas que ela jamais faria em sã consciência;
  3. Perdas: boa parte das pessoas viciadas que encontram-se em um grau complexo de dependência, vão perdendo tudo: posses, família, amigos, dinheiro, amor próprio, respeito.
  4. Procrastinação e desleixo: a pessoa deixa de fazer atividades importantes, muitas vezes relacionadas ao trabalho e a sua família para atender ou então esconder o seu vício.
  5. E é claro, a incapacidade de parar, ou seja, por mais que a pessoa tente parar com o consumo da substância por conta própria, ela não consegue ou então consegue por uns tempos, mas acaba voltando para o uso.

Todas essas são consequências em comum encontradas em todos os vícios.

 

Quais os estágios de aquisição de um vício?

Cada abordagem tem sua forma única de explicar os estágios de aquisição de um vício.

No entanto, em geral, uma pessoa viciada obrigatoriamente irá passar por essas 4 estágios durante o desenvolvimento do seu vício:

As quatro estágios do vício são:

 

Estágio 1 – Experimentação

Nessa fase a pessoa dá o primeiro passo no consumo da substância.

Aqui uma pessoa que nunca fumou um cigarro, por exemplo, dá a primeira tragada, alguém que nunca bebeu álcool, toma o primeiro gole.

No caso do vício em pornografia, é quando alguém que nunca abriu um site pornográfico, entra em contato com esse tipo de conteúdo e assiste “um videozinho inocente”, “só para saber como é”.

Muitas pessoas permanecem para sempre neste estágio e não apresentam problemas.

As que continuam consumindo a substância aos poucos vão para o Estágio 2….

 

Estágio 2 – Uso social ou regular

Aqui é quando todo o problema começa a acontecer, mas você não percebe.

No vício em pornografia, somos induzidos a acreditar que ver vídeos pornôs e se masturbar com eles é “algo saudável”, “comum” e até “recomendável”.

No vício em bebidas a pessoa pode ter o hábito de sempre beber antes de ir dormir e achar que isso é “normal” e “inofensivo”.

No vício em maconha ou cigarro, a pessoa pode acreditar que fumar regularmente faz “bem para a saúde” e “ajuda a diminuir a ansiedade”.

Na verdade, isso até pode funcionar por uns tempos. Mas logo a “fatura” chega para pessoa pagar.

Como os sintomas negativos podem demorar vários anos para aparecer, nós não percebemos de imediato a ligação direta entre o consumo da substância e os prejuízos que ela nos causa.

Isso apenas encoberta o problema e nos leva gradativamente até o estágio 3…

 

Estágio 3 – Problema ou risco

Na fase três, o que já virou um hábito, começa a se transformar numa compulsão.

No vício em pornografia, é quando você percebe que aumentou o uso de pornografia e passa a experimentar sintomas físicos de abstinência quando fica sem usar.

No vício em drogas é quando pequenos contratempos ou simples associações, já são motivos suficientes que o impelem à procurar pela substância viciante.

Essa fase pode ser detectada também quando você começa a reduzir atividades sociais e recreativas e de trabalho por causa do uso da substância.

Aqui geralmente ainda não temos consciência de que estamos desenvolvendo um vício.

Na verdade, a grande maioria das pessoas vive em estado de negação, acreditando que “ainda tem o controle da situação”.

Mas o fato é que mais cedo ou mais tarde, não teremos outra opção, se não a de reconhecer a existência do vício, o que geralmente acontece no estágio 4…

 

Estágio 4 – Dependência (vício)

Por fim, o estágio 4 acontece, quando a pessoa já está completamente viciada e já desenvolveu as principais consequências do vício.

Aqui ela faz tentativas de controlar ou diminuir o uso, mas percebe claramente que não consegue mais parar de consumir a substância por conta própria.

Ou então consegue parar por breves períodos de tempo, mas logo retorna para o consumo frequente da substância.

É muito comum nessa fase apresentarmos problemas graves ou passarmos por situações constrangedoras em decorrência do vício.

Isso pode ser muito chocante para maioria das pessoas, pois geralmente acreditamos que esse tipo de coisas só acontecem com os outros e nunca conosco.

Por outro lado, também pode ser libertador, pois admitir que estamos viciados, pode ser o primeiro passo rumo à solução do problema.

Se ultrapassarmos a barreira da negação e aceitarmos que estamos realmente viciados, geralmente damos o primeiro passo à procura de informações e consequentemente de ajuda.

E é justamente essa ajuda que nos levará à potencial solução do problema.

 

Como diagnosticar um vício? Ou como saber se estou viciado em algo?

Para que alguém seja considerado viciado é preciso que sejam identificados pelo menos 3 critérios estabelecidos pela Associação Americana de Psiquiatria (DSM-IV) e da Organização Mundial de Saúde (CID-10), são eles:

  1. Você não consegue ficar sem o uso da substância por um longo período de tempo?
  2. Quando você interrompe o uso, você experimenta sintomas físicos ou emocionais de abstinência (ansiedade, irritação, suores e pensamento fixo)?
  3. Você tem usado a substância com mais frequência do que você gostaria? E depois se arrepende de ter feito?
  4. Você não consegue parar, mesmo que sinta vontade de fazer outra coisa ou estar com outras pessoas?
  5. Por conta do problema, você não consegue mais focar em outras atividades? Seja no trabalho, na vida social ou nas atividades da sua casa?
  6. Você tem medo que descubram o que você faz? Já pensou em esquemas para evitar ser pego?
  7. Você já tentou controlar ou mesmo minimizar o uso, mas não conseguiu e voltou para o consumo da substância?

Se você respondeu sim para 3 ou mais dessas perguntas, as chances de você estar viciado em algo são muito grandes.

 

Teste de Vício em Pornografia

Está em dúvida se você está viciado em pornografia ou não?

Faça um teste de vício.

Nesta mesma página você encontra um link para um teste elaborado pela nossa equipe que tem como base os critérios da Associação Americana de Psiquiatria (DSM-IV) e da Organização Mundial de Saúde (CID-10).

O teste tem apenas 7 perguntas e pode ser realizado em menos de 5 minutos.

Realizar Teste

 

Como procurar ajuda para lidar com um vício?

Como se trata de um problema comportamental, ligado ao nosso cérebro, a boa notícia é que um vício pode ser sim revertido!

Se você tem um vício, seja ele qual for, você precisa de ajuda de profissionais especializados para reverter o vício.

Sozinho você não irá conseguir sair do lugar. Se fosse assim fácil, você já teria saído, não é mesmo?

Será necessário investigar a fundo o diagnóstico para que o melhor tratamento seja encontrado.

Tomar essa atitude não é fácil, isso porque a negação costuma acontecer em 95% dos casos.

Passada essa fase, não adianta se abrir com parentes ou amigos, pois muitos deles não tem a menor noção do que é exatamente um vício e podem interpretar mal o seu problema ou então subestimá-lo.

Então nada melhor do que procurar uma equipe especializada para lhe direcionar no caminho do melhor tratamento.

Psicólogos e Psiquiatras ainda são a melhor opção para tratar um vício.

 

Como tratar um vício?

Isso vai depender do tipo de vício que você desenvolveu o grau que ele se encontra no momento do início do tratamento.

Para alguns casos, apenas terapia já é o suficiente para que o quadro melhore.

Em outros casos, será necessário o auxílio de remédios, terapia e o auxílio de uma equipe multidisciplinar para obter melhores resultados.

Por fim, existem as clinicas de reabilitação ou grupos de apoio que farão um papel importante em casos mais graves, agindo de forma a brecar o avanço da dependência sob uma supervisão de 24 horas por dia.

Claro que isso acontece apernas em casos extremos, onde a pessoa já está colocando em risco a sua vida e a das pessoas que estão próximas.

Em casos normais, uma terapia com um profissional adequado é o suficiente.

 

Vício em Pornografia

Se o seu problema é especificamente o vício em pornografia, você está no lugar certo, pois somos o maior portal sobre reversão do vício em pornografia do brasil e já ajudamos milhares de pessoas nos últimos anos.

Aqui você irá encontrar toda a ajuda que precisa para lidar com o vício em pornografia, de forma totalmente anônima e segura, sem precisar se expor.

Você pode fazer isso através dos nossos materiais gratuitos, o nosso fórum de suporte ou então através do Programa Revert, que é o nosso curso completo sobre reversão do Vício em Pornografia.

Criado pelo psicólogo Rafael Rossi, que também é o criador do site Vício em Pornografia Como Parar, o Programa Revert é um treinamento digital, voltado para pessoas que estão viciadas em pornografia e também para as esposas de maridos que estão passando por este problema.

O Programa Revert é um treinamento completo, totalmente baseado em estudos neurocientíficos, desenvolvido para guiar, passo-a-passo, de forma prática, segura e eficaz qualquer pessoa interessada reverter os sintomas induzidos pelo vício em pornografia em até 90 dias.

Ele também ensina como manter os resultados do treinamento ao longo dos anos após a sua conclusão.

Dividido em 3 simples etapas, ele e é o resultado de mais de cinco anos de trabalho e pesquisa na ajuda e recuperação de pessoas viciadas em pornografia.

Seu conteúdo abarca tanto a perspectiva teórica, a perspectiva terapêutica, e a perspectiva metodológica, fruto dos erros e acertos observados durante o acompanhamento de mais de 3.000 casos reais de pessoas em recuperação.

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