Mulheres viciadas em pornografia

Por: Rafael Rossi
Por: Rafael Rossi

Psicólogo

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Você já ouviu falar em mulheres viciadas em pornografia?

Já é de conhecimento público que o vício em pornografia é uma epidemia que se alastra pelo mundo inteiro. E geralmente são os homens que afirmam sofrer com isso ou pelo menos são os que mais aparecem nos consultórios e em fóruns da internet relatando o seu problema.

No entanto, é crescente o número de mulheres relatando problemas com o vício em pornografia. Segundo estatísticas de sites pornôs, o Brasil é o país onde as mulheres mais consomem pornografia no mundo, perdendo apenas para as Filipinas e os sintomas destes fenômenos já estão começando a aparecer.

Como muitos dos prejuízos causados pelo vício em pornografia demoram anos, às vezes décadas para aparecerem, os primeiros a perceberem as consequências negativas causadas pelo vício foram as pessoas ligadas à tecnologia que começaram a consumir pornografia da internet antes dos outros.

No entanto, após os homens comuns também começarem a relatar problemas com o vício, finalmente chegou a vez das mulheres viciadas em pornografia, que tem surgido com força total.

Neste artigo completo que preparamos sobre o assunto você irá descobrir:

 

Mulheres viciadas em pornografia começam a falar

Fomos muitas vezes questionados por que raramente escrevemos sobre os problemas pornográficos das mulheres. Resposta: As pessoas que geralmente postam on-line sobre os seus sintomas relacionados com a pornografia tem sido quase que exclusivamente homens.

No entanto, decidimos pesquisar mais a fundo e percebemos que os relatos de mulheres em nosso fórum têm crescido bastante ao longo do tempo.

Ao escutar atentamente o que elas estão dizendo, ficamos impressionados com o quão parecido eram os relatos delas relação aos relatos de homens com sintomas relacionados ao vício em pornografia na internet.

Como você vai ver as mulheres também se queixam de perda de sensibilidade e excitação durante o sexo real, avanço para gêneros pornográficos indesejados, irritabilidade, apatia, dependência, insônia sem o uso da pornografia, e assim por diante.

O fato de que homens e mulheres estão tendo os mesmos sintomas sugere que o problema com a pornografia de hoje poderia ser a vulnerabilidade do cérebro humano em face da alta velocidade da internet, vídeos pornôs de alta definição e conteúdo extremo.

A maioria delas também relata benefícios semelhantes aos dos homens quando elas pararam. Abaixo alguns exemplos de razões que as mulheres viciadas em pornografia elencaram para quererem desistir de ver pornografia:

“Eu me perguntei sobre a razão da minha falta de interesse em sexo e na vida real… Eu posso definitivamente ver o padrão: Toneladas de pornografia = libido em declínio com um parceiro real.

Cheguei numa a fase em que se eu tivesse que optar por sair para ter sexo com um parceiro real eu preferia me contentar com pornografia…

Eu nunca pensei sobre isso em termos de sistema de recompensa. Mas a masturbação é obviamente uma recompensa, até mais do que a comida, eu acho.”

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Perda de sensibilidade genital e do desejo por parceiros reais

Uma das consequências mais comuns em homens viciados em pornografia é a disfunção erétil e ela é causada pela escalada para gêneros cada vez mais extremos de pornografia, o que por sua vez é uma consequência direta do fenômeno de dessensibilização.

A dessensibilização ocorre quando já não sentimos mais prazer com o sexo normal e nem com pornografia comum e precisamos recorrer a cenas cada vez mais extremas para podermos sentir excitação ou obter uma ereção.

Apesar das mulheres não possuírem um pênis e obviamente não terem por isso ereções, os efeitos da escalada e da dessensibilização parecem estar se manifestando nelas de outras maneiras:

 

Joana: Eu temo que me masturbar com frequência assistindo pornografia está me dessensibilizando bastante (física e mentalmente) quando tenho relações sexuais com o meu namorado.

 

Marina: Eu sou mulher e estou em um relacionamento de longo prazo. Eu costumo me masturbar todos os dias, e eu comecei a usar pornografia, pois ela tornou mais fácil e mais rápido para mim atingir o orgasmo. 

No entanto, cada vez fica mais e mais difícil chegar ao clímax e ao longo dos anos, a pornografia que eu assisto se tornou mais extrema e incomum para obter a mesma quantidade de excitação. 

Eu também não chego ao clímax com meu namorado. É verdade que a pornografia te insensibiliza, mas uma vez que você dificilmente consegue gozar sem ela é difícil parar.

 

Karen: Eu só recentemente terminei com meu namorado, porque eu nunca senti qualquer tesão com ele. 

Eu disse a mim mesma que era apenas o cara errado, e isso pode ser verdade, mas eu também acho que a minha masturbação perpétua me impediu de sentir arrepios. 

Desde que eu era uma pré-adolescente eu me masturbava com ou sem ver pornografia praticamente todos os dias.

 

Cristina: Para nós meninas uma “DE” moderada (ou no nosso caso, falta de libido) é difícil de detectar…, mas eu me sinto da mesma forma como os homens se descrevem.

 Não há desejo, não há excitação, apenas uma espécie de empurrão mental para o sexo.

 E quando me masturbo a qualidade do orgasmo é bastante medíocre. Tal orgasmo chega muitas vezes sem aviso prévio, exceto por um tipo de tensão e ansiedade, localizadas nos órgãos genitais.

Soraya:  Eu sou uma mulher, tenho 23 anos e me masturbo todas as noites para dormir e às vezes durante o dia. Eu vejo meu namorado algumas vezes por semana. 

Eu sinto muita falta dele quando ele se vai, mas quando estamos juntos, paradoxalmente é como se todo o meu desejo sexual desaparecesse.

 

Ellen: Isso não veio ao meu conhecimento, até que meu namorado e eu, na verdade, começamos a perceber que eu tinha um problema.

Eu adorava sentir prazer. Eu fazia isso quando eu estava recompensando a mim mesma, fazendo-me sentir melhor, ou simplesmente quando estava entediada. 

Mas agora eu estou percebendo que eu estou tão acostumada com um vibrador e com a minha própria mão que eu não posso mais ter orgasmo ou mesmo sentir muito excitada quando o meu namorado me acaricia. Quero que se foda essa merda! (sobre pornografia).

 

Masturbação e procrastinação

Segundo a Associação Americana de Psiquiatria e a Organização Mundial de Saúde, um dos 7 sinais para avaliar o diagnóstico de dependência em pornografia (vício) é a negligência e procrastinação.

Isso significa que adulterar ou reduzir atividades sociais, recreativas, de trabalho ou atividades domésticas em função da masturbação e do uso de pornografia é um sinal de que você está a caminho da dependência, como perceberam as mulheres abaixo:

 

Sofia: a masturbação feminina pode ficar muito incontrolável. Não há “tempo para sentir-se para baixo” Em “dias ruins” na escola eu ia para casa eu fazia farras pornográficos e gozava cerca de 30 vezes ou mais. 

Agora, eu quero parar de ter que imaginar pornô durante o sexo apenas para que eu possa gozar, é realmente degradante. Isso realmente me separa da intimidade da situação.

 

Aline: Eu descobri a pornografia com a idade de 10. Mas o meu interesse em pornô era suave até os 13 anos. Eu passei os últimos 4 anos masturbando e gozando a cada dia, e em dias ruins, eu fazia isso várias vezes em um dia. 

Depois disso, eu me sentia horrível. Senti-me só, triste, e ainda mais deprimida com cada masturbação. Uma enorme sensação de auto piedade pesava sobre mim.

Gostaria de contar para os meus pais, e me sentia tão envergonhada só de pensar que eles descobririam que a sua filha estava se escondendo em seu quarto, de cortinas fechadas, se masturbando sem nenhum fim. Só pseudo sexo, e falso prazer para encher a minha mente.

 

Lisandra: Eu não vejo nada de intrinsecamente errado com a masturbação com moderação, mas é bastante repugnante ser tão dependente de algo tão emocionalmente carregado e prejudicial.

 E uma vez que você começa, como você pode ter moderação realmente? E pornô não é real. Ugh!

 

Clari: Recentemente, eu me vejo fazendo isso 6, 7 vezes por dia. Está desperdiçando o meu tempo. Eu não posso deixar de sentir que é uma obsessão do tipo, porque eu não posso parar. 

Pornô me repugna, mas eu costumo usá-lo como uma solução rápida, apesar do meu pior julgamento. De qualquer forma, eu sou toda pró-masturbação, mas eu sinto que é hora de assumir o desafio e parar.

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A perda de intimidade a tendência de ver os outros como objetos sexuais

É interessante notar que uma das principais críticas ao consumo de pornografia no passado era a de que a pornografia objetifiicava demasiadamente as mulheres, como se houvesse uma espécie de “complô masculino” no sentido explicito de diminui-las e humilha-las.

Não podemos negar o impacto da pornografia em temas como o tráfico sexual, a exploração e a violência contra as mulheres, que é inegavelmente maior que a dos homens. No entanto, essa questão é muito mais profunda do que parece.

Não existe um alvo específico para a indústria pornográfica. Ela apenas reproduz as demandas de um cérebro viciado, independente de quem está do outro lado ser um homem ou uma mulher. E o que mais deseja um cérebro viciado são as situações extremas e as novidades.

Isso tanto é verdade, que na medida em que os gêneros tradicionais de pornografia se tornaram corriqueiros, começaram a surgir vídeos nos quais ao invés das mulheres, sãos os homens é que são tratados como objetos sexuais, humilhações e degradações extremas.

É que do ponto de vista do vício, não se trata de uma questão moral, ética ou sexista, e sim de uma busca incansável por novidades que possam saciar um cérebro viciado e já habituado ao conteúdo “comum” e “leve”.

E isso tudo acaba por influenciar negativamente a vida das mulheres viciadas em pornografia:

 

Elisa: Eu também tenho a sensação de que quando eu tenho relações sexuais com alguém que eu amo, eu estou distraída, porque eu vi muito pornô e eu realmente penso sobre todas as coisas brutas que eu assisti. Isso está sendo um grande obstáculo para a minha vida sexual real.

 

Amanda: Eu estou em um relacionamento de longa distância. Eu me masturbo quase todos os dias… 

Encontro-me mentalmente objetivando meus amigos homens, e eu perdi um monte de tempo precioso que deveria ser gasto em trabalho.

 Eu também costumava flertar, quando eu era mais nova, antes que eu descobri que as mulheres poderiam se masturbar também (não era assim até a metade da faculdade), depois eu comecei a perder também a vontade de abraçar ou de estar perto de homens.

 

Lillian: eu me masturbo 4 a 6 vezes por semana, dependendo de quanto tempo a sós eu tenho. Temos sexo talvez uma vez por semana e nunca é muito bom. 

Nenhum de nós mantém qualquer energia de volta para o outro. Prefiro assistir pornografia e olhar fotos do que realmente passar um tempo com ele. Eu me tornei a coisa que eu odeio.

 

Uma inesperada escalada para gêneros mais extremos de pornografia

Como explicamos anteriormente, a tolerância e a dessensibilização tem a ver com as mudanças químicas e estruturais de longo prazo no cérebro que deixam o indivíduo menos sensível ao prazer.

Sabe aquela sua amiga que bebe, bebe e nunca fica bêbada? É que ela desenvolveu tolerância à bebida e precisa cada vez mais bebida para sentir o mesmo prazer que antes ela sentia com apenas um copo.

É como se o cérebro dela, devido à quantidade exagerada de bebida ingerida se adaptasse à essa situação começasse a ficar “indiferente à bebida” (dessensibilizado), fazendo com que essa amiga paradoxalmente procure por mais bebida para poder sentir a mesma sensação de prazer que ele sentia antes com pouca bebida.

E o mesmo ocorre em relação aos gêneros de pornografia:

 

Nanda: Eu comecei a olhar para pornografia para me distrair da realidade e, por vezes, eu me masturbava para procrastinar. A pior parte é que o pornô está avançando de uma forma cada vez mais preocupante.

 

Suellen: Estive vendo pornografia regularmente, desde que eu tinha uma conexão com a internet… 

Eu me masturbo pelo menos uma vez por dia e as coisas que eu estou vendo estão cada vez mais estranhas… Esses dias cheguei a descer meu nível para cenas de estupro.

 

Jussara: Passou apenas um ano desde que eu redescobri a beleza de um orgasmo. Eu já assisti a minha quota de alguns dos piores tabus pornô lá fora. E pensar que eu ainda sou jovem. Eu quero ser eu novamente. Mas é difícil.

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Incapacidade de parar, apesar das consequências negativas

E é claro, o principal sintoma característico de um vício, é a incapacidade de parar, apesar das consequências negativas e da quantidade de força de vontade que empreguemos nessa tentativa.

Isso ocorre por que o vício dessensibiliza principalmente uma região do cérebro conhecida como “córtex pré-frontal”.

Essa região cerebral está relacionada justamente ao planejamento, tomadas de decisões e modulação de comportamento social, assim como a inibição de comportamentos indesejáveis.

Como os vícios atuam justamente nessa parte do cérebro, um circuito pré-frontal disfuncional significa uma “força de vontade enfraquecida”:

 

Janaína: Eu tenho que me masturbar a cada dia. Estou doente e cansada disso. Estou dolorida lá embaixo… dói. 

E minha mente simplesmente não consegue parar de me enviar as imagens de fantasias sexuais, seja acordada ou dormindo… 

Eu sinto falta de ser normal e ser atraída por meninas (obs: Janaína é lésbica) e ser capaz de admirar a sua beleza. Tudo se foi. 

Eu me sinto como uma assexuada agora. Não me sinto atraída por ambos os sexos desde que o meu vício da pornografia começou.

 

Alice: Este vício da pornografia mudou a minha vida de muitas maneiras. Eu nunca tive nenhum problema em conseguir a atenção dos homens e eu sou fisicamente atraente. 

Eu costumava assistir mais pornografia do que a maioria dos homens que eu conheço. Vinha um impulso, em seguida, passava de cinco minutos a uma hora procurando o vídeo perfeito até poder sair da internet, porque eu comecei a cansar das mesmas coisas. 

Comecei com material leve na minha adolescência e isso se transformou nas coisas mais bizarras que eu poderia encontrar. 

Eu tinha um show de pornografia no meu PC, arquivos no meu celular e uma conta de teste em um site pornô, porque eu vi um gif que me deixou bastante excitada.

Tudo tinha que ser mais hardcore para mim. Eu queria ser chamada cadela e prostituta. Eu pedia para ser esbofeteada e a maioria dos caras não podia fazê-lo. 

Sexo era basicamente tudo, e o que estava faltando na minha vida sexual era uma câmera e um salário. Eu me considerava bissexual, mas nunca poderia me ver em um relacionamento com uma mulher.

 Basicamente, não só eu estava me objetivando, eu estava objetivando as mulheres também.  Eu também mentia sobre como me sentia e fingia orgasmos apenas para que isso acabasse. 

Parecia errado, mas eu só queria ser deixada sozinha. O dano que isso tem feito para mim psicologicamente e com relação ao sexo, a autoestima e relacionamentos é muito, muito evidente. 

Além disso, me dava muito menos vontade de flertar com homens. “Por que eu preciso falar com esse cara bonito? Ele nunca vai me fazer sentir bem sexualmente da maneira que eu posso sentir por mim mesma.” 

Eu estava em uma conversa com um cara online, e eu tinha acabado de levantar e caminhar para longe do PC para me masturbar. Eu estava atrasada para a aula ou trabalho, porque eu só precisava de uma sessão pornô rápida.

 Eu era patética e eu queria mudar, mas não sabia como.  (Veja mais abaixo a recuperação da Alice).

 

Marina: Eu definitivamente acho que é um vício legítimo… e, definitivamente, dá a sensação de estar fora de seu controle.

 Levei um tempo para me envolver com pornografia, mas uma vez que eu fiz eu passava dias inteiros assistindo pornô e me masturbando ao invés de trabalhar em casa. 

Além da masturbação excessiva, eu também ficaria muito insegura e imprudente na vida real, me juntava com pessoas aleatórias apenas para o inferno delas. 

Eu não conseguia pensar em nada, apenas em sexo na maioria das vezes. Eu sinto que minha energia foi totalmente solapada e minha mente e meu foco ficaram fragmentados. 

Não conseguia me concentrar em nada de substancial e difícil, especialmente com a pornografia disponível em qualquer momento na internet. 

A procrastinação estava fora de controle. Quanto à versão feminina da DE (disfunção erétil), eu definitivamente tinha esse tipo de problema com a estimulação do clitóris. 

Para eu sair com um cara em geral, precisava fantasiar sobre algo em minha mente para poder me excitar. A sensibilidade não estava lá por conta própria. 

Eu podia chegar lá sozinha em um minuto ou dois, mas levava muito mais tempo com um parceiro. Os meus hábitos saíram pela culatra quando namorei um homem muito bom que realmente não tinha problemas com pornografia ou masturbação. 

Como ele não foi viciado ou alimentado por fantasias pornográficas, tive dificuldade em entender isso, uma versão mais atenuada e sutil de sexo. Eu acho que isso também pode ser o que vocês enfrentam. 

Quando um cara não só se compara a aparência física, mas também o comportamento na cama, e eles percebem que a sua mulher não está se comportando como a sua atriz pornô favorita.

 

Jandara: Eu comecei a “explorar” o meu corpo desde que eu tinha provavelmente 8 anos. Eu comecei a assistir pornografia com 9 anos de idade. 

Tinha acesso a um computador sempre que eu queria e uma mente curiosa me levou a algumas explorações estranhas. Eu rapidamente aprendi a única técnica que eu poderia usar para atingir o orgasmo. 

Eu fiquei presa a ela por 9 anos. Masturbação era sempre um alívio do estresse, para mim e algo para ocupar meu tempo, algo para afastar a depressão, algo para me ajudar a dormir à noite. 

Lembro-me de manhã em uma maratona, me masturbando por horas, vendo quantas vezes eu poderia chegar ao orgasmo. 

Eu não sabia que era um vício, eu não vi o efeito que tinha sobre como eu sentia prazer, como eu lidava com a vida e como eu funcionava. No meu primeiro relacionamento real, eu não consegui chegar ao orgasmo fisicamente com o meu namorado. 

Honestamente, não havia nada que ele pudesse fazer. Eu não podia explicar que não havia nenhuma maneira que ele poderia replicar a minha técnica, que não era que eu não queria gozar para ele, eu não podia.

Eventualmente ele chegou a um ponto em que eu nem sequer tentava. Era mais fácil simplesmente abaixar a cabeça e renunciar a qualquer prazer no fim.

 Foi bom o suficiente para saber que dei prazer a ele. Ele ficou ferido por um tempo, chateado por não poder me dar prazer. Ele estava chateado comigo também. 

Ele simplesmente não conseguia entender e eu não posso dizer que me esforcei o suficiente para explicar isso a ele. Isso foi um golpe enorme para a minha autoestima. 

Eu não podia fazer algo que a pessoa que eu amava queria. Eventualmente, ele desistiu de tentar me dar prazer. Depois eu aderi a relacionamentos online. 

Eu rondava chats, para encontrar homens que podiam escrever palavras que me permitiam fazer o que eu pudesse fazer por mim mesma. Foi um tempo muito, muito escuro.

 Eu estava deprimida por uma variedade de razões e eu estava continuamente voltando da escola e desperdiçando a noite na frente do meu laptop, encontrando algumas coisas aqui ou ali para assistir durante horas seguidas. 

Cerca de um ano atrás, eu sinceramente conheci o homem dos meus sonhos. Eu tinha pavor de ser colocada em uma situação onde era esperado que eu chegasse ao orgasmo com ele. 

Eu não queria ver o olhar de decepção que eu tinha visto antes, não queria me submeter a isso. Como eu poderia explicar que é tão difícil para mim chegar ao orgasmo que nem eu mesmo às vezes posso fazer isso acontecer? 

Como eu poderia olhá-lo nos olhos e, basicamente, dizer-lhe: “Não é você, sou eu”? Ele tem sido tão aberto e acolhedor, tem sido maravilhoso. 

Ele criou um ambiente onde eu me encorajo para desfrutar de tudo, e onde eu não preciso me ​​concentrar apenas sobre ele e seu prazer e onde posso relaxar. 

O orgasmo não é o objetivo final conosco, desfrutamos de nosso tempo juntos apenas. Isso significa o mundo para mim. E ele tem ajudado e eu já superei alguns dos meus problemas. 

Mas, eu não estarei sendo justa com ele, ou comigo mesma se eu não tentar me descondicionar, por assim dizer. 

Por nove anos fui levada a pornografia e uma técnica específica para me dar o orgasmo… É hora de quebrar esse hábito. Eu quero ser capaz de olhar em seus olhos e gozar com ele, para ele, sem a necessidade de pornografia. 

Eu quero aproveitar cada interação com ele. Eu quero um alívio do estresse que não me deixe sentir como se eu precisasse ir tomar um banho antes de eu ver alguém. 

Eu quero ser capaz de lidar com a vida sem ligar para o vício que a masturbação tem sido para mim.

 

Relatos de melhorias após reiniciar

Da mesma forma que os homens tem relatado uma série de benefícios após realizarem o tratamento para o vício em pornografia, não era de se surpreender caso o mesmo ocorresse com as mulheres.

Depois de alguns dias em tratamento, aqui está o que elas experimentaram:

 

Mais energia e motivação

Um dos benefícios mais relatados pelos homens é a sensação de maior energia e motivação. E parece ser um benefício comum também para as mulheres que pararam com o vício em pornografia.

 

Júlia: (Dia 36) Essa experiência me ajudou muito. Eu só não posso me deixar voltar a ser como eu era antes. Eu tenho muito entusiasmo e energia todos os dias, e há uma confiança em mim que eu nunca soube que existia. Eu não quero perder isso.

 

Nicole: Eu tive umas recaídas algumas vezes desde que eu comecei no mês passado, mas eu realmente tenho visto os benefícios. Primeiro a minha energia está tão alta! Eu nunca estive tão enérgica antes.

 

Cristina:  Para mim, o maior motivador para reduzir a quantidade de pornografia foi sentir o quanto mais energia, motivação e graça social eu tinha quando eu não tinha me masturbado por alguns dias. 

Quando eu sinto o desejo basta eu me lembrar o quanto eu estou me sentindo melhor sem masturbação ou pornografia.

 

Mais prazer sexual e capacidade de resposta emocional

Recentes estudos demonstram que o consumo de pornografia está associado a disfunções sexuais, menor excitação sexual e menor satisfação nos relacionamentos, assim como pela preferência pelo uso de pornografia da Internet ao invés de sexo com um parceiro (a) real.

Então é de se esperar que uma vez removida a variável pornografia da vida de uma mulher viciada em pornografia, que ela encontre muito mais prazer e intimidade na sua vida sexual:

 

Maria: Eu comecei a me masturbar quando eu era virgem e quando eu finalmente fiz sexo, eu não apreciei nada. Meu clitóris estava dormente e eu estava programada para depender dele. 

Depois de ficar um mês sem me masturbar com pornô, comecei a apreciar o sexo pela primeira vez e eu não tive que contar com o clitóris para isso.

 

Luana: A minha questão principal foi que eu ficava tão dolorida que eu ficava muito sensível até para o meu parceiro me dar oral, e eu costumava me masturbar todos os dias, pelo menos duas vezes, antes de eu ir para a cama, mais por hábito do que por eu realmente querer…

Parei apenas há pouco mais de uma semana e eu já estou desfrutando dos benefícios com o meu parceiro!

 

Patrícia: Os benefícios da não masturbação não são apenas para os homens. Eu nunca pensei que o sexo poderia ficar melhor do que já era, mas eu estava errada. 

Quando ambos os parceiros estão poupando todo o seu desejo um para o outro, as coisas podem ser realmente incríveis.

 

Rosângela: Eu definitivamente notei um aumento na sensibilidade após um período de não masturbação. Faz-me sentir melhor saber que há outras mulheres passando pela coisa.

 O amor faz o sexo muito melhor. É uma experiência completamente diferente aliviar suas necessidades com alguém (ou você mesmo) e fazer o tipo de amor que derrete o mundo de distância e você se sente como numa experiência transcendental.

 

Serena: Ontem à noite tivemos sexo, e nenhum de nós tinha se masturbado ou qualquer outra coisa na última semana e foi incrível. 

Eu gozei em voz alta e forte, provavelmente uma das melhores gozadas (não para os vizinhos).

De qualquer forma eu estou encorajada a continuar! Espero que ele também!

 

Beth: Estou fazendo isso para recuperar a sensibilidade. Isso funciona. 

Eu parei de modo que agora o sexo com o meu parceiro é bem mais agradável. Ele definitivamente percebe meu entusiasmo depois de um tempo de não masturbação.

 

Jéssica: Parei quando meu marido parou no outono passado. Ontem, eu tive dois orgasmos a partir de apenas brincar com o pênis do meu marido. Esta foi a primeira vez em nossos 8 anos.

 Ele é o primeiro e único homem que foi capaz de fazer isso. E isso ocorreu porque eu decidi lidar com o meu problema.

 

Samanta: Quando eu não me masturbo fico animada para atividades com o meu namorado, o sentimento também é muito mais profundo e romântico.

 

Melhora de humor e um maior equilíbrio emocional

Segundo os especialistas em dependência, uma das consequências do vício em pornografia, é um sistema de estresse desregulado.

Isso porque o uso crônico induz alterações múltiplas no sistema de estresse do cérebro e também afeta os hormônios de estresse circulantes como o cortisol e adrenalina.

Um sistema de estresse defeituoso resulta em maior estresse levando a ânsias e a recaídas.

É por isso que abandonar um vício causa uma melhora no humor e um maior equilíbrio emocional, como atestaram essas mulheres:

 

Ketlen: Eu sou uma pessoa melhor quando não me masturbo com pornografia. Estou mais feliz, mais agradável, mais produtiva. A pornografia era uma espécie de muleta para mim – algo para voltar a cair. Talvez a maior ferramenta de procrastinação.

 

Jordana: (Dia 41) Ele é respeitoso, gentil e autêntico, e o primeiro cara que eu fiquei desde que parei. 

Tenho passado o período mais longo de tempo entre orgasmos desde que eu tinha uns 11 anos, ficou muito mais fácil para ele me satisfazer.

 Eu senti um nível de respeito por mim mesma que eu nunca tinha experimentado antes. Claro que tenho meus dias de não me sentir tão bem assim, mas eu experimento uma sensação de clareza e paz com muito mais frequência agora.

 

Daiane: Eu tinha um problema com masturbação desde que eu tinha cerca de 13 anos. Eu realmente não via pornografia até alguns anos atrás já que meus pais tinham filtros em nossos computadores.

 Eu finalmente percebi que tinha um leve vício cerca de um ano atrás. Eu tenho tentado reiniciar e só recentemente consegui parar por mais de um mês. Eu costumava olhar para cada cara que eu via como um namorado em potencial. 

Era um problema real e me impediu de entrar em relacionamentos saudáveis ​​com grandes caras. Desde a parada, eu sou capaz de olhar para rapazes como potencial para uma grande amizade em vez de um namorado em potencial ou parceiro sexual. 

Estas amizades saudáveis ​​fizeram-me sentir mais confortável em torno de homens nos últimos anos. É ótimo estar em uma sala com homens e considerar se sentar e ter uma xícara de café com eles em vez de imaginar o que poderia acontecer na cama.

 

Gabriela: Eu sou virgem e não tenho experiência em relacionamentos. Pornografia moldou a maneira de eu ver os outros, especialmente os homens. 

Acho que o meu vício era muito ruim no passado. Por um tempo, eu não encontrava pessoas normais atraentes e em vez disso eu me masturbava.

Na verdade, o sexo era, e ainda é algo muito externo e eu tenho dificuldade em imaginar-me me envolvendo nele. 

O comportamento degradante visto na pornografia me fazia excitar, mas depois de me masturbar me sentia extremamente desconfortável. 

Fui internalizando um monte da “falta de valor” que é mostrada nos vídeos. Desde que parei estou impressionada com o quanto menos deprimida estou ao manter minha mente longe da pornografia. 

E quanto melhoraram os meus sonhos e a minha criatividade. Eu estou me sentindo melhor e a minha mente não está na sarjeta e me causando ansiedade como antigamente. 

E há muito menos pressão em todas as esferas da vida, é uma loucura. 

Sinto-me com mais energia e ainda mais calma, tudo ao mesmo tempo, embora eu considere exercícios físicos extremamente importantes como uma saída desde que parei a masturbação e pornografia já não são mais uma opção.

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Aumento da autodisciplina e eficácia

Com os lobos pré-frontais funcionando normalmente não é de se assombrar com uma mudança completa na autodisciplina e na eficácia de uma pessoa.

Para muitas mulheres viciadas em pornografia, o simples abandono desse hábito, causou uma completa revolução em suas vidas:

 

Moara: (dia 35) eu estava desmotivada, frustrada e constantemente entrando e saindo de crises de depressão. 

Eu estava me masturbando com pornografia todos os dias e às vezes eu simplesmente deitava na cama e fazia isso por horas. 

Eu sabia que havia muita coisa que eu queria realizar, mas tudo isso me fazia sentir-me estagnada. Então eu resolvi tentar o reboot

O primeiro dia foi incrível. Eu saí para um passeio de bicicleta de 11 km, escrevi uma lista de coisas para fazer e as cumpri sem esforço. 

Coisas legais que aconteceram nos últimos 35 dias: Oferecida a dois empregos com base na minha personalidade apenas.

 Não há mais assédio moral no trabalho. Arrecadei 4.000 reais para uma campanha sem fins lucrativos.

 Recebi mais responsabilidades para com a organização da comunidade que estou envolvida, cada vez mais respeito. Confrontei minha mãe em questões familiares não resolvidas, enfim, várias coisas.

O que é interessante é que não me sinto mais tão facilmente atraída por pornografia agora. 

Primeiro se disciplinar em uma área torna mais fácil para se disciplinar em outras áreas da vida. 

Além disso, é uma fuga do estresse e da dor que eu não posso mais usar, então eu tenho que fazer outras coisas com toda essa energia. 

É estranho, como se eu tivesse um monte de clareza agora e como se eu pudesse articular e experimentar a minha dor mais diretamente. 

Esses dias eu me registrei em uma meia maratona e estou a sete semanas de me formar. Eu não era uma corredora antes de parar! Fui paga para visitar uma das comunidades mais remotas da Austrália (um sonho). 

Eu também não bebo mais álcool faz quase quatro semanas. Em um par de semanas eu estarei conhecendo uma banda em outra cidade, ganhei entrada gratuita para um festival de música, então logo estarei tocando música e cantando pela estrada.

 

Emanuella: Eu tive um problema com a masturbação compulsiva um tempo atrás. Eu me percebi fazendo isso o tempo todo e achei muito difícil parar. Acabei quebrado meu terceiro recorde de abstinência. (Cada um durou cerca de três semanas). 

Desta vez, é a primeira vez que eu realmente não tenho lutado com qualquer tipo de efeito caçador.

Eu acho que talvez você tenha de se abster por um tempo até que seu cérebro se acostume e, em seguida, você possa se masturbar saudavelmente depois disso.

Eu acho que para mim que talvez duas semanas seja um bom espaçamento mínimo. 

Mas quando eu comecei a tentar parar eu precisava de mais tempo para não ser puxada de volta e voltar a me masturbar compulsivamente.

 

Laura: (dia 24) eu estou fazendo o tratamento para ganhar domínio sobre os impulsos, meu corpo, meu cérebro, assim como todos vocês. Eu também estou participando do fórum ao lado de meu esposo. 

Este processo e os efeitos não são apenas placebo. Isso realmente muda as coisas. Dedico energia mental e emocional para coisas muito produtivas agora em vez de sempre ficar pensando em sexo. 

Meu marido diz que tem um aumento do desejo e apreço por mim. Estou me sentindo mais independente e confiante.

 

Sthephanie: Melhorias no dia 26: Eu não tenho superpoderes, mas estou modestamente mais produtiva. Eu ainda preciso de cochilos de ocasião, mas eu tenho um pouco mais de energia do que o habitual.

Eu não sou uma supermodelo, mas perdi um pouco de peso e tenho mais motivação para continuar trabalhando fora.

Não é uma mudança monumental, mas o sexo é definitivamente mais intenso do que era e estou mais ligada aos sutis sentimentos genuínos de excitação.

Eu não fiz alterações radicais de vida, mas eu estou um pouco mais motivada no meu trabalho. Eu fico um pouco menos distraída, e eu consigo fazer mais tarefas.

 

Débora: Foi uma luta por um tempo, mas no final consegui parar por vários meses consecutivos… Eu não faço mais isso quando estou entediada, porque eu reconheço que é apenas algo para me fazer sentir melhor por pouco tempo. 

Eu tento fazer algo mais duradouro, como trabalhar em um projeto. Eu ainda considero a minha experiência e as pesquisas que fiz junto sobre o assunto extremamente valiosas.

 Eu aprendi muito sobre a natureza do vício, e tornei-me mais consciente do porque eu estava fazendo algo compulsivamente mesmo sendo contra fazê-lo. 

É ainda um esforço tomar essa decisão consciente, mas agora estou muito mais preparada. Eu comecei a aplicar as habilidades mentais que aprendi a coisas como o vício do açúcar e outras substâncias, mais fortes.

 Agora, eu me sinto mais sob controle. É saudável fazer as coisas apenas para se sentir bem, contanto que você saiba o que você está fazendo e você não seja pego em um ciclo vicioso.

 

Melhoria do bem-estar e da aptidão

Pesquisas demostram que o consumo de pornografia está associado à depressão e à baixa autoestima, tanto em homens como em mulheres.

E uma vez que uma pessoa para de consumir pornografia e para de se comparar com os atores e atrizes dos filmes e pornôs, é de se esperar uma mudança nesses aspectos:

 

Renata: 20 dias pode não parecer muito, mas é para mim. Além disso, eu perdi 12kgs nos últimos meses, e eu me sinto incrível.

 

Alice: (a Alice da história mais acima) O tratamento é e ainda difícil, às vezes. Às vezes eu tenho sonhos com os clipes pornográficos que eu costumava assistir. 

Em certas épocas do mês, os impulsos são mais fortes, por razões óbvias (hormônios!). Mas meu cérebro é mais focado no fato de que eu não quero estragar o meu recorde.

Quanto a quaisquer benefícios adicionais, eu ainda estou esperando chegar ao dia 90 para ter certeza. Até agora, eu tenho notado que eu estou muito mais forte física e mentalmente. 

Voltei a trabalhar fora e eu me sinto melhor do que em toda a minha vida. Além disso, eu estou mais concentrada.

 Acredito firmemente que a parada me ajudou a levantar minha autoestima. Me sinto muito melhor comigo mesma agora.

 

Leilane: (Dia 98) A minha vida deu uma volta para melhor em comparação com o que costumava ser, mas eu não tenho certeza de quanto eu posso creditar a abstenção. 

Eu tenho dois empregos, eu treino todos os dias e estou em minha melhor forma do que eu estive nos últimos anos.

 

Condicionamento pornográfico

Condicionamento sexual induzido pela pornografia não se limita a capacidade de resposta prejudicada durante o sexo real.

Ele também pode levar as mulheres a acreditar que os cenários pornográficos são representativos de sexo real e levá-las a pensar que elas querem ser tratadas como estrelas pornô, ou pelo menos levá-las a tolerar as crenças em forma de pornografia de um parceiro.

Esta jovem mulher, por exemplo, relatou que o uso da pornografia de seu namorado influenciou seu desejo de recriar cenas de estupro chorosos, que ela assumiu que “estariam dentro da faixa de normalidade”, porque ele a tinha preparado mostrando-lhe vídeos pornô de estupro.

 

Nathalia: Ver pornografia hardcore me afetou de muitas maneiras. Por que eu não me parecia com essas mulheres? 

Por que meus seios eram pequenos? Será que os homens não gostam que os meus lábios sejam mais longos? E quanto a eu ser pálida, seria melhor se eu fosse bronzeada? 

Por que eu não gemo assim, por que eu não posso gozar como aquelas meninas? Levei um tempo, quando eu era mais jovem a perceber o quão falso e irreal pornografia é. A aprendizagem é realmente de 100%.

 

Andréia: Meu namorado foi curado de sua DE através de desistir da masturbação e pornografia, e desde então temos vindo a ter relações sexuais.

 Depois de começar a restauração, perdi minha capacidade de sair por algum motivo. Mas ela voltou! E posso dizer para vocês o porquê: Meu namorado parou de me olhar como se eu fosse uma pornstar e me tratou como uma pessoa real com necessidades reais.

 Ele fez um esforço para não pensar em mim como um objeto, mas como alguém que tem seu próprio conjunto de sentimentos e de prazer. Ele já não sentia que tinha que executar e fazer todas essas posições sexuais malucas. 

Fomos apenas duas pessoas normais a apreciar o sexo juntos. Quando eu tentava chegar ao clímax, ele focou em mim e só em mim e eu nele e isso fez toda a diferença.

 

Raissa: Eu não tenho um problema de vicio em pornografia, mas o que eu reiniciei porque já tinha a ideia de que, como mulher, eu precisava agir como uma atriz pornô a fim de manter um homem interessado.

Constante gemendo alto, o excesso de exagero, constantemente trocando posições, fingindo 10 orgasmos, disposta a fazer qualquer coisa, etc. 

Sendo realmente falsa, porque você acha que é assim que deve ser e isso é o que os homens gostam, o que torna quase impossível realmente apreciar o que está acontecendo.

 Pensando que é perfeitamente normal para um cara assistir a um monte de pornografia e tratá-la como um objeto sexual.

 

 

Os homens estão percebendo também

Uma vez que o vicio em pornografia acaba por afetar nossa visão da sexualidade é óbvio que o consumo de pornografia acaba distorcendo também a relação das mulheres viciadas em pornografia com o sexo oposto.

E os homens já estão percebendo este fenômeno!

“As mulheres estão ficando diferentes ao longo dos últimos”, é o que constatou Joel, também de 31 anos:

 “Eu não tenho problemas com prazer e eu me sinto excitado por mulheres. Mas eu tenho notado que as mulheres estão ficando muito mais vocais agora. 

Ou eu estou fazendo algo que eu não estou ciente de, ou as mulheres estão começando a imitar o que acontece na pornografia. Honestamente, é meio estranho. Eu não tenho certeza se eu gosto. “

Juntos, homens e mulheres podem superar o desafio e parar hoje com o vício em pornografia da Internet. Compaixão mútua é o primeiro passo para isso.

Como uma outra mulher apontou:

“Nosso cérebro funciona da mesma forma como o de um homem. Não houve diferença significativa com os processos mentais que nos levam à compulsão.

Exceto pelas diferenças individuais de costume, não existe nenhuma diferença real com os nossos sistemas de recompensa. Nossas emoções funcionam da mesma forma.

 Inseguranças podem estar relacionadas com o gênero, mas elas são, em geral, inseguranças e simplesmente fruto da idade.

Nós temos que aprender a lidar com nós mesmos de outra maneira ao invés de entorpecer nossas tensões diárias com a estimulação sexual.”

E como um rapaz do nosso fórum disse:

“Uma das coisas que me dá muito mais força e coragem para experimentar o tratamento para o vício em masturbação e pornografia é que eu sei que há mulheres aqui com o mesmo problema.

Saber que eu não sou uma aberração maluca e que existem pessoas de ambos os sexos lidando com esta questão é que tem tornado muito mais fácil para mim fazer isso.

Somos todos humanos aqui. Homens e mulheres são apenas diferentes lados da moeda da humanidade.”

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