Vício em Pornografia: O que é? Descubra Como Parar Hoje!

Por: Rafael Rossi
Por: Rafael Rossi

Psicólogo

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Neste artigo super completo que preparamos para você, você irá saber exatamente o que é o vício em pornografia, quais suas causas, sintomas e também o que precisa ser feito para começar o tratamento hoje mesmo.

O que você irá aprender:

 

O que é o Vício em Pornografia?

Também conhecida como a “droga do novo milênio”, o vício em pornografia digital (ou vício em pmo) é a compulsão por consumir e se estimular através de material pornográfico virtual.

Sua existência é fruto de uma série de mudanças que ocorrem em nosso cérebro e que refletem em sintomas e sinais específicos em nosso comportamento.

Pesquisas científicas comprovam que a pornografia atua diretamente no sistema de recompensas do nosso cérebro, alterando a sua química e anatomia.

A exposição ao material pornográfico faz com que as áreas do cérebro relacionadas ao prazer sejam dessensibilizadas e exijam cada vez mais variedade de pornografia para produzir a mesma quantidade de prazer de antes do vício.

Isso induz as pessoas ao consumo excessivo, à escalada para gêneros cada vez mais extremos de pornografia, a compulsão sexual, a incapacidade de parar e aos outros sintomas já citados.

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Quais os principais sintomas do vício em pornografia

Alguns dos principais sintomas relatados por pessoas viciadas em pornografia são:

  • Perda de interesse pela parceira (o);
  • Compulsão sexual;
  • Disfunção erétil;
  • Ansiedade social;
  • Confusão mental;
  • Procrastinação;
  • Ejaculação retardada
  • Crises de abstinência,
  • HOCD;
  • Objetivação do sexo oposto;
  • Ejaculação precoce;
  • Gostos sexuais divergentes da sua orientação sexual;
  • Entre outros.

 

Como funciona o Vício em Pornografia desde uma perspectiva neurocientífica?

O que acontece quando se tranca um ratinho em uma gaiola junto com uma ratinha no cio?

Primeiro, se vê uma cópula atrás da outra. Daí, progressivamente o rato se cansa daquela ratinha em particular.

Contudo, basta trocar a ratinha por uma outra ratinha e o rato imediatamente se reanima e se empenha em fertilizá-la.

Se você repetir este processo com várias ratinhas diferentes, o rato pode quase morrer de exaustão. Isto é chamado de “esfriamento”, ou seja, uma resposta automática a parceiros sexuais.

E é exatamente isto o que faz você se tornar um viciado em pornografia na Internet.

Assim como no rato do laboratório existe um mecanismo dentro de nós que nos impulsiona a fertilizar mulheres, homens ou qualquer outra coisa que vermos em uma tela de computador.

Circuitos primitivos em nosso cérebro governam as nossas emoções, desejos, impulsos e tomadas de decisões inconscientes.

Seu trabalho é tão eficiente que a evolução não sentiu necessidade de modificá-los muito desde que os seres humanos são seres humanos.

 

A Neurociência por trás do vício em pornografia

Nos ratos, em você e em todos os outros mamíferos, o desejo sexual é despertado através de uma substância química chamada dopamina.

A dopamina regula o núcleo da parte mais primitiva do nosso cérebro, chamada de circuito de recompensas.

É graças ao circuito de recompensas que podemos experimentar prazer, mas também podemos desenvolver vícios.

O nosso circuito de recompensas nos ordena a fazer tudo aquilo que garanta a sobrevivência e a transmissão dos nossos genes.

No topo da lista de recompensas humanas estão a comida e o sexo.

Estas recompensas são chamadas de reforços naturais, que são o oposto das drogas comuns que conhecemos que são artificiais.

E o propósito evolucionário da dopamina é nos motivar a fazer o que os nossos genes querem que nós façamos.

Quanto maior a descarga de dopamina, mais desejaremos algo; sem ela, nós simplesmente ignoraremos esse algo.

Por exemplo: para bolo de chocolate e sorvetes, um estouro de dopamina; para palmito, nem tanto.

O sexo e o orgasmo são os mecanismos que naturalmente liberam maiores descargas de dopamina em nosso circuito de recompensas.

Por este motivo, o apelido da dopamina é o de “a molécula do vício”.

Ainda que possamos definir a dopamina como a substância do prazer, tecnicamente essa definição ainda não é muito precisa.

A dopamina está mais para a busca do prazer ou então a medida do seu potencial de prazer.

Apesar de haver controvérsias, acredita-se que a recompensa final e as boas sensações estejam relacionadas com os opióides.

Dopamina seria algo como o “querer” e os opióides algo como o “gostar”.

Desta forma, podemos definir o vício em pornografia como um “querer” fora de controle.

 

 O Papel das Fantasias no Vício em Pornografia

A dopamina surge sempre com novos estímulos: um carro novo, um lançamento no cinema, um novo eletrônico.

Todos nós nos tornamos apegados a alguma novidade sob o efeito da dopamina.

Só que assim como em qualquer novidade, a excitação vai caindo à medida que a dopamina vai se exaurindo.

Aqui está como isso funciona…

O circuito de recompensas do rato vai descarregando cada vez menos dopamina para uma mesma fêmea.

Mas quando uma nova fêmea surge, uma grande descarga de dopamina é liberada.

Isso não lhe parece familiar?

Pornografia na Internet é um atiçador especial do nosso circuito de recompensas, pois os estímulos estão todos a apenas um clique.

Pode ser uma “nova parceira”, uma “cena incomum”, um “ato sexual esquisito” ou pense você mesmo em algo.

Com a pornografia da internet de hoje, qualquer pessoa pode ficar clicando por horas e experimentar muito mais estímulos em dez minutos do que qualquer um de nossos ancestrais pode experimentar durante toda a sua vida!

E o que o nosso cérebro faz quando se depara com um número ilimitado de estímulos, cuja quantidade é incapaz de suportar?

O cérebro se adapta! E é exatamente isso o que pode levar ao vício em pornografia.

 

Drogas artificiais não são as únicas coisas viciantes

É sabido que substâncias que estimulam a liberação de dopamina como álcool e cocaína, podem levar ao vício.

Mas apenas uma minoria entre 10 a 15% dos seres humanos que já consumiram essas substâncias se tornaram viciados.

Quer dizer então que nós estamos livres do perigo dos vícios? Em se tratando de abuso de entorpecentes, talvez sim.

Mas em se tratando de excesso de estímulos de recompensas naturais como sexo, comidas gordurosas, videogames ou jogos de azar, a resposta pode ser não, ainda que certamente nem todo mundo se tornará viciado.

A razão de podemos nos tornar viciar em comida e sexo mesmo que não sejamos propensos a vícios, está no fato de que nosso circuito de recompensas nos estimula a procurar por sexo e comida e não drogas.

Atualmente, os alimentos calóricos e a pornografia na Internet têm muito mais potencial para viciar pessoas do que as drogas.

Isso é tão verdadeiro que 70% dos adultos americanos estão acima do peso e 35% estão obesos. E a vício em pornografia da internet é a doença que mais cresce no mundo.

Isso está ocorrendo porque as calorias e as oportunidades de se reproduzir são a prioridade número 1 dos nossos genes.

E o nosso cérebro primitivo ainda não teve tempo de se adaptar à realidade moderna de fartura de sexo e comida que hoje estão disponíveis.

 

Todos os vícios afetam o cérebro de forma parecida

Pesquisas recentes revelam que os vícios comportamentais (comidas saborosas, jogos de azar ou videogames) e vícios por entorpecentes possuem algo em comum.

A redução da dopamina e uma queda nos receptores de dopamina do circuito de recompensa. Isto é a base de todos os vícios.

Com menos dopamina e menos receptores dessa substância, fica muito mais difícil estimular o circuito de recompensas.

Este processo acaba levando ao que todos os viciados uma hora experimentam: uma resposta indiferente ao prazer.

Em agosto de 2011, os maiores especialistas da Sociedade Norte americana de Medicina do Vício publicaram sua nova e avassaladora definição de vício.

Esta nova definição corrobora os pontos principais debatidos aqui.

Ou seja, de que os vícios comportamentais afetam o cérebro da mesma forma que as substâncias entorpecentes.

Tal definição, na prática, encerra o debate se o vício em sexo ou o vício em pornografia são um vício verdadeiro ou não.

 

Quanto mais prazer, menos prazer

Apesar de você talvez não perceber, você está aqui porque você tem uma resposta indiferente ao prazer.

O declínio nos receptores de dopamina e outras mudanças no seu cérebro te transformaram em um viciado em pornografia.

Trata-se de fisiologia, não de moralidade.

O ciclo do vício em pornografia é semelhante ao de outros vícios, ou seja:

Satisfação com a pornografia-> anestesia ao prazer -> busca por mais pornografia -> satisfação só retorna devido a um estímulo ainda maior de pornografia ->

E em pouco tempo você já está viciado em pornografia. Pois para o seu cérebro, nada mais é tão interessante quanto o pornô.

Na visão dos seu genes te manter copulando freneticamente antes que essa suposta “oportunidade valiosa de se reproduzir” desapareça  é o cenário perfeito!

 

Como a pornografia sequestra o nosso mecanismo de satisfação

O consumo excessivo de sexo ou comida manda um sinal para o seu cérebro primitivo de que você conseguiu alcançar o “prêmio” evolucionário.

Sob o efeito desses estímulos, os receptores e dopamina começam a declinar.

Isso te deixa insatisfeito, querendo buscar cada vez mais.

Esta anestesia ao prazer é o meio que seus genes encontraram para fazer você continuar buscando comida e oportunidades de se acasalar.

O mecanismo de satisfação era uma vantagem evolucionária em situações onde a luta por sobrevivência se sobressaia a mera satisfação da vontade.

Pense nos lobos, que precisam conseguir até 10 quilos em cada caça de uma vez só.

Ou em nossos ancestrais, que precisavam armazenar calorias para sobreviver em tempos difíceis.

Ou até mesmo diante de um harém que precisa ser fertilizado em tempos de acasalamento curtos ou limitados.

No passado, essas oportunidades eram raras e passavam rápido.

Só que o ambiente humano mudou drasticamente.

A Internet de hoje oferece infinitas oportunidades de “acasalamento” que o nosso cérebro primitivo pensa que são reais.

E assim como qualquer outro mamífero que se preze, nós vamos nos esforçar para espalhar nossos genes adiante.

O problema é que com a pornografia da internet de hoje a nossa temporada de acasalamento nunca tem fim.

Você clica, clica, clica, se masturba, clica, clica, clica, se masturba, clica, clica, clica. E o seu mecanismo de satisfação se sobrecarrega, sem nunca te satisfazer realmente.

A evolução não preparou seu cérebro primitivo para estes estímulos sem fim.

 

Como o Vício em Pornografia está reprogramando o nosso cérebro?

Essa anestesia ao prazer nos impele a buscar cada vez mais pornografia, fazendo com que o nosso cérebro comece a se reprogramar.

Essa reprogramação envolve a superprodução de substâncias químicas naturais chamadas de delta FosB.

Essas substâncias reforçam as conexões entre as células nervosas do nosso cérebro, facilitando a comunicação entre elas.

Isto é o que acontece como todo aprendizado humano, é o que chamamos de “neuroplasticidade”.

Quanto mais intensa a experiência, mais fortes serão essas conexões.

Quanto mais fortes as conexões, mais fácil será para os impulsos elétricos fluírem por esse mesmo caminho.

Ou seja, quanto mais pornografia você consumir, mais você estará fortalecendo um canal de pornografia em seu cérebro.

Assim como a água flui por onde ela encontra menos resistência, o mesmo ocorre com os nossos pensamentos.

É como qualquer habilidade que quanto mais praticamos, mais fácil é de se repetir.

Logo isto se torna automático e passa a agir sozinho sem a necessidade de qualquer pensamento consciente.

Quando você chegou a este ponto, você criou um forte canal de pornografia em seu cérebro.

Uma anestesia ao prazer combinada com um forte canal capaz de levá-lo a um alívio de curto prazo é a base de todos os vícios.

 

Como o Vício em Pornografia se aprofunda?

O desenvolvimento da “tolerância” ou anestesia ao prazer, faz com que um viciado precise de mais “droga” para obter o mesmo efeito.

Usuários pesados de pornografia chegam a perceber que assim que eles desenvolvem tolerância para seus antigos gostos, eles partem para a busca de emoções mais intensas.

Muitos procuram por coisas que os chocam, por exemplo. Talvez porque o que é proibido e temível, combinado com prazer sexual, oferece um grande estímulo ao cérebro, pelo menos por um tempo.

Por isso, não é incomum que alguém comece a ver pornô com uma foto leve de nudismo e semanas depois se torne excitado com cenas de zoofilia ou estupros.

Quanto mais intensos os eventos associados (orgasmo + vídeo), ou quanto mais essas cenas se repetem, mais forte é a reprogramação cerebral.

Cada experiência nova, programa novos gostos em seu cérebro.

E se suas preferências sexuais mudaram, isso significa que o seu cérebro também mudou.

 

Quais as etapas de desenvolvimento do Vício em Pornografia?

Algumas pessoas acreditam que somente drogas, e não comportamentos é que podem causar vícios e isto é um grande equívoco.

Especialistas da área definem o vício de várias formas.

Para entender melhor como um vício funciona, recomendamos que você leia o nosso artigo super completo sobre vícios.

Resumidamente, as etapas de desenvolvimento de um vício são as seguintes:

  1. Comportamento impulsionado por emoções que progridem da busca para a compulsão;
  2. Uso contínuo sob o risco de consequências adversas, e finalmente:
  3. Perda de controle.

O vício em pornografia também pode vir acompanhado de dependência física e sintomas de abstinência.

Muitos usuários compulsivos de pornografia se surpreendem com suas síndromes de abstinência, que se compara àquelas sentidas por usuários de álcool e drogas.

 

O que faz a pornografia na Internet de hoje ser única?

Diferente da pornografia estática e limitada da época de nossos pais e avós, está claro que hoje em dia a pornografia na Internet é de muito fácil acesso.

Ela está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, gratuita, em quantidades ilimitadas, na privacidade dos lares de todas as pessoas com acesso a internet .

A forma com que é usada mantém os níveis de dopamina anormalmente elevados por um longo período de tempo, tornando-a estimulante e potencialmente viciante.

Sites de recuperação frequentemente reportam que o vício em pornografia na Internet se deve à combinação de masturbação e orgasmo com atuações estimulantes e chocantes.

Com certeza ambos desempenham um papel, mas o que se destaca a pornografia na Internet das demais são outros fatores:

1º) Possui fantasias extremas – centenas de novos parceiros sexuais por sessão.

As fantasias são altamente estimulantes. E a pornografia atual não lembra em nada a Playboy de imagens estáticas e conteúdo limitado que seu pai consumia.

Os usuários frequentemente relatam que mesmo o sexo real se torna chato em comparação com a pornografia de hoje.

2º) Diferente do que acontece com comida e drogas, onde há um limite para consumo, não existe nenhum limite prático para o consumo de pornografia na Internet.

Os mecanismos naturais de saciamento do nosso cérebro não são ativados, até o momento do clímax.

Mesmo assim, o usuário pode partir para algo ainda mais chocante para ficar excitado novamente e continuar consumindo;

3º) Com comida e drogas a única maneira de progredir no vício é consumindo mais.

Com o pornô é possível progredir tanto com “novos parceiros” quanto por assistir práticas sexuais novas e incomuns.

E é bem comum os usuários procurarem por pornografia cada vez mais pesada.

4º) Diferentemente de comida e drogas, a pornografia na Internet muitas vezes acaba não chegando a ativar os mecanismos naturais de aversão.

A aversão ocorre quando você não gosta de uma droga ou remédio, ou quando você se depara com um purê de batata amanhecido ou com uma maçã podre, por exemplo.

Com a pornografia da internet de hoje isso não acontece.

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Como saber se estou viciado em pornografia?

O diagnóstico de vício em pornografia não está relacionado necessariamente a quantidade de horas que você consome pornografia e sim às mudanças químicas e estruturais que a pornografia causou no seu cérebro e no seu comportamento.

Nesse sentido, para saber se você está viciado em pornografia procure sempre verificar os critérios da Associação Americana de Psiquiatria e da Organização Mundial de Saúde para vícios.

Esses critérios consistem em avaliar 7 sintomas básicos. São eles:

  • Tolerância e Escalada (quando você avança para gêneros cada vez mais extremos de pornografia);
  • Sintomas de abstinência (quando você tenta parar de usar pornografia e começa a apresentar sinais físicos e emocionais de abstinência);
  • Dificuldade de controlar o uso (quando você não consegue parar de usar pornografia, mesmo que você queira);
  • Consequências negativas na vida da pessoa (quando você continua a usar pornografia apesar de ter percebido consequências negativas no seu humor, autoestima, saúde ou trabalho);
  • Negligência e procrastinação (quando você reduz atividades sociais, recreativas ou de trabalho por causa do uso de pornografia);
  • Perda de tempo e de energia e Tentativas malsucedidas para parar (quando você gasta uma quantidade significativa de tempo procurando, escondendo, planejando, se recuperando do uso de pornografia ou criando esquemas para evitar ser pego assistindo pornografia).

Se você apresentar ao menos 3 desses sintomas acima para o consumo de pornografia, isso significa que você está viciado em pornografia.

 

Teste de Vício em Pornografia

Ainda está em dúvidas?

Em nossa página nós temos um teste online rápido que pode ser realizado por qualquer pessoa com suspeita de ter desenvolvido o vício em pornografia.

O teste leva menos de 2 minutos para ser realizado.

Link do teste: http://vicioempornografiacomoparar.com/teste-de-vicio-em-pornografia

 

Quais as consequências do vício em pornografia?


Além dos sintomas citados anteriormente, recentes estudos (de 2016 para cá) comprovaram que o consumo de pornografia está diretamente associado a:

  • Disfunções sexuais,
  • Menor excitação e menor satisfação sexual e menor satisfação nos relacionamentos,
  • Sintomas de escalada,
  • Habituação e tolerância (dependência),
  • Queda na atratividade sexual,
  • Problemas de desempenho sexual,
  • Dificuldade orgástica,
  • Disfunção erétil,
  • Efeitos negativos sobre o sexo com um parceiro (a) real,
  • Preferência pelo uso de Pornografia da Internet em vez de sexo com uma parceira (o) real para alcançar e manter a excitação sexual,
  • Indução de atitudes violentas contra às mulheres,
  • Entre outros.

Para conhecer esses e outros estudos científicos sobre o vício em pornografia, dê uma olhada em nossa página super completa sobre pesquisas sobre o vício em pornografia.

 

O que é a disfunção erétil induzida pela pornografia?

A disfunção erétil induzida pela pornografia é um tipo específico de disfunção erétil, resultado da dessensibilização do cérebro, ocasionada por anos de consumo de pornografia.

Ela é um dos principais sintomas ocasionados pelo vício em pornografia.

Essa disfunção incapacita o homem a obter ou manter ereções suficientemente rígidas para a penetração vaginal, impedindo a satisfação sexual.

A Disfunção Erétil induzida pela pornografia pode demorar anos para se, fato que pode dar a falsa impressão que a pornografia não é danosa e induzir as pessoas a continuarem consumindo material pornográfico por muito tempo.

Muitos ex-usuários de pornografia relataram que a Disfunção Erétil induzida pela pornografia foi precedida em alguns anos pelo sintoma de Ejaculação Retardada.

Para entender melhor no que consiste a disfunção erétil induzida pela pornografia, saiba que existem três tipos de Disfunção Erétil:

Física: quando a disfunção erétil é adquirida naturalmente pela velhice ou algum dano nos órgãos genitais, dizemos que ela é uma disfunção erétil física.

Psicológica: quando a disfunção erétil é decorrente da ansiedade e do medo de falhar, trata-se de uma disfunção erétil psicológica.

Induzida pela pornografia: quando a disfunção erétil é resultado de anos de consumo de pornografia, trata-se da Disfunção Erétil induzida pela pornografia.

Para saber se a sua Disfunção Erétil foi induzida pela pornografia, observe os sintomas.

Se você tem menos de 60 anos, tem o hábito de consumir pornografia e está tendo problemas de ereção, é muito provável que a sua Disfunção Erétil tenha sido induzida pela pornografia.

Ainda tem dúvidas?

Faça o nosso teste de disfunção erétil.

Com base em uma simples pergunta, descubra em menos de 1 minuto se a sua Disfunção Erétil é Física, psicológica ou Induzida pela Pornografia.

Link do teste: https://vicioempornografiacomoparar.com/teste-de-disfuncao-eretil/

 

Como Parar Com o Vício em Pornografia?

Para parar com o Vício em Pornografia e reverter esse processo você precisará dar um “Reboot” no seu cérebro.

 

O que é o reboot de pornografia?

O termo Reboot (ou reinicialização) no contexto do vício em pornografia refere-se a um experimento de abstinência de pornografia e de toda estimulação artificial (por exemplo: sites de pornografia, sites de acompanhantes, tinder, etc).

O reboot pretende dar ao cérebro um descanso para recuperá-lo dos efeitos nocivos ocasionados pelo vício em pornografia e, em seguida, religa-lo ou associá-lo apenas a estímulos reais e interações com pessoas reais.

Em outras palavras, Rebotar (reinicializar) é o equivalente a descondicionar o seu cérebro da pornografia e da estimulação virtual e religá-lo (rewiring) ou associá-lo somente às situações reais que existiam antes da exposição ou existência desses estímulos virtuais.

 

Como funciona o reboot pornografia?

O Reboot funciona devido à flexibilidade e a capacidade plástica e adaptativa do cérebro.

Estudos neurocientíficos e experimentos com ex-usuários de pornografia, mostraram que a maioria dos efeitos nocivos ocasionados pelo vício em pornografia podem ser revertidos.

Ou seja, depois de um tempo de abstinência de toda a estimulação artificial, o seu cérebro tende a voltar (reinicializar) para as “configurações originais de fábrica” (daí a metáfora do Reboot) e assim se recuperar dos sintomas e problemas ocasionados pelo vício.

A melhor forma de dar um reboot é dar a seu cérebro um descanso de todo o estímulo sexual intenso *pornografia, masturbação, orgasmo e fantasias sexuais) até que ele recupere sua resposta natural à esses estímulos.

Para muitos usuários, a masturbação está fortemente ligada às fantasias, por isso deve-se evitar a ambos.

É claro, no princípio isto é muito difícil.

O cérebro não pode mais depender do estímulo contínuo da dopamina e outras substâncias neuroquímicas associadas à pornografia pesada.

Suas conexões reforçadas que ligam a satisfação de curto prazo a qualquer gatilho que seu cérebro associa ao pornô estão a mil.

Gatilhos como ficar sozinho em casa, imagens picantes ou mesmo stress e ansiedade, ativam a rotina pornô de seu cérebro.

A única forma de enfraquecer essas conexões do subconsciente é parar de usar e reforçar este caminho.

Gradualmente, essas conexões cerebrais associadas à pornografia e às fantasias sexuais irão enfraquecer.

O reboot de pornografia não só irá parar de ativar a rotina pornô, como também vai ajudar seu cérebro a voltar a ter a sensibilidade de antes.

 

Quanto tempo leva para fazer o reboot de pornografia?

O Reboot de pornografia leva 90 dias em média para se realizado.

Esse tempo pode variar de pessoa para pessoa.

Muitas pessoas já começam a sentir os benefícios a partir dos 30 dias de abstinência.

Outras (principalmente os adolescentes) demoram um pouco mais de 90 dias para se recuperar.

Para saber mais sobre o reboot, como ele funciona e quais os seus benefícios clique aqui.

Ou então baixe o nosso guia introdutório: como parar com o vício em pornografia hoje?

Boa leitura!

 

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