As 7 principais Mentiras Que a indústria pornográfica Gosta de Contar

Por: Rafael Rossi
Por: Rafael Rossi

Psicólogo

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A pornografia não é nenhuma novidade. Existem registros de pornografia desde a época dos homens das cavernas. Porém a indústria pornográfica e a sua introdução no capitalismo é ainda recente, data de 1953 ano da primeira edição da Playboy.

Foi através desse evento que a pornografia começou a se desenvolver como uma indústria no sentido de gerar lucros, criar demanda e expandir mercado.

Estima-se que atualmente a indústria pornográfica movimente 100 bilhões de dólares por ano. Isso é o equivalente a 3 milhões de dólares por segundo!

Segundo a BBC, ela recentemente ultrapassou a indústria das drogas e alcançou a 2ª posição no ranking de lucratividade do crime organizado (ficando atrás apenas do contrabando de armas).

Com tanto dinheiro em jogo é natural que muita gente com interesses poderosos queira defender com unhas e dentes essa indústria.

Só que da mesma forma como ocorre com o tráfego de drogas, no final o mais prejudicado nessa história é você…

Neste artigo você irá descobrir:

 

 

10 Estatísticas sobre a indústria pornográfica que você precisa saber

O impacto da pornografia em nossas vidas é cada vez maior. Abaixo algumas estatísticas que mostram o incrível avanço da indústria pornô.

  • 98% dos homens adultos e 80% das mulheres relatam já terem consumido pornografia.
  • 70% dos homens com idades entre 18 e 24 anos visitam sites pornôs ao menos uma vez por mês.
  • 21% dos adolescentes homens consumem pornografia pelo menos uma vez por dia.
  • De cada 3 pessoas que acessam sites pornográficos 1 é mulher.
  • 20% dos homens confessaram que já viram pornografia no meio do expediente de trabalho.
  • 25% das buscas na internet estão relacionadas à pornografia.
  • 11 anos é a idade média em que as crianças são expostas a pornografia pela primeira vez.
  • 7 em cada 10 crianças relatam já terem visto pornografia acidentalmente na internet.
  • 9 em cada 10 adolescentes do sexo masculino e 6 em cada 9 do sexo feminino foram expostos a pornografia antes dos 18 anos.
  • 1 em cada 5 pesquisas feitas em celulares e tablets é por pornografia.

 

Como Funciona a Indústria Bilionária da Pornografia?

Diferente das drogas comuns que são limitadas, o consumo de pornografia é anônimo, está à um clique de distância, disponível em quantidades ilimitadas, 24 horas por dia, na privacidade do seu quarto e “100% gratuito!”

Será mesmo? Um amigo certa vez me disse: “Sempre que você se deparar com algo gratuito, desconfie primeiro se o produto não é você”

A monetização da pornografia pode começar com simples gatilhos, como por exemplo, R$1,00 para ter acesso a um vídeo exclusivo, ou então, apenas R$9,00 por mês para ter acesso a webcam de sua atriz pornô favorita.

Quando você menos espera, estará pagando pequenas quantias de dinheiro para usufruir de uma sala de bate papo com uma pessoa do outro lado ou então escalando para a prostituição real.

Se você acha isso tudo ainda muito distante da sua realidade, certamente você conhece alguém que já comprou brinquedos sexuais, pílulas contra disfunção erétil, alargadores de pênis, Viagra, etc.

Pois é… todos esses itens também são resultado da influência da indústria pornográfica em nossas vidas.

E mesmo que você nunca tenha comprado nada disso, o simples ato de você acessar um site pornô e olhar para os seus anúncios, já estará contribuindo e gerando receita para esses mesmos sites.

 

Uma Indústria Bilionária

Para termos uma ideia do alcance da indústria pornográfica, os maiores sites pornôs como por exemplo, LiveJasmin, Tube8 e YouPorn, têm números de visitantes comparáveis ao Google e ao Facebook.

Já o Xvideos, tem uma média de 4,4 bilhões de visitas por mês. Isso é o triplo do que um grande site de notícias, como a CNN, consegue no mesmo período.

Se formos parar para pensar que as empresas de internet vivem de tráfego e de anúncios, podemos considerar que a pornografia manda na internet.

Portanto, pornografia não trata simplesmente de “erotização”, “fantasias” e “descoberta da sexualidade”, como ela quer a gente acredite.

A pornografia tem a ver com grandes corporações, bancos, fusões, aquisições, geração de receitas e está envolvida diretamente com prostituição, empresas de cartão de crédito, TV a cabo, produção de filmes, publicidade, mídia, etc.

E as pessoas por trás desse lucrativo negócio, farão de tudo para manter esse poder…

 

Financiamento de Falsas Pesquisas Cientificas

Não sei se você sabe, mas atualmente já existem mais de 40 estudos neurológicos que avaliaram o funcionamento e a estrutura do cérebro de usuários de Pornografia da Internet.

Todos eles corroboraram o modelo neurocientífico de dependência por pornografia. Ou seja, todos comprovaram que a pornografia vicia e causa uma série de consequências negativas.

Além disso, esses estudos são consistentes com outros 250 estudos cerebrais de vícios de internet, muitos dos quais também incluem o uso de Pornografia da Internet.

Então você deve estar se perguntando: afinal se já está comprovada a existência do vício em pornografia há tanto tempo, porque isso ainda não é um consenso entre os especialistas da área?

Muito simples… Porque no meio desses quase 300 estudos, existem 2 ou 3 (geralmente dos mesmos autores) que “supostamente os desmentem”.

Só que o que ninguém sabe ainda, é que esses 2 ou 3 estudos foram encomendados ou tem autores diretamente associados com a indústria pornô!

Para entender melhor como isso funciona, vale a pena relembrarmos o que ocorreu com a indústria do cigarro, há cerca de 60 anos atrás…

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Como a Indústria Do Cigarro Conseguiu Enganar o Mundo Por Mais De 50 Anos?

Hoje é consenso geral que o cigarro causa um monte de doenças e é exatamente danoso para a saúde e você seria considerado um ignorante caso tentasse provar o contrário. Mas nem sempre foi assim…

O cigarro começou a se popularizar no início do século XX. Naquela época era considerado sofisticado fumar. Astros de hollywood, pessoas ricas e poderosas ostentavam o cigarro como estilo de vida saudável e todos queriam imitá-los.

Porém, logo que começaram a surgir os primeiros problemas com o cigarro foram atribuídas outras causas para esses problemas: como por exemplo: a poluição, o asfalto, o calor, etc.

Sei que é difícil de conceber isso hoje, mas era exatamente isso que as pessoas acreditavam.

Na época ninguém podia imaginar que uma substancia aparentemente inofensiva como a nicotina poderia causar tantos danos.

Para piorar, as pesquisas científicas não podiam ser realizadas, uma vez que era antiético juntar dois grupos de pessoas aleatórias e pedir para um grupo continuar fumando durante anos e para outro não.

Esse tipo de estudos comparativos entre pessoas que fumavam e que não fumavam e os resultados para a saúde dos mesmos, levariam décadas para finalmente acontecer.

Nesse período, estudos financiados pela própria indústria tabagista concluíram que “não havia evidencia alguma de que fumar causava algum perigo para a saúde”.

Ao mesmo tempo cresciam vertiginosamente os relatos de pessoas que estavam tendo problemas sérios de saúde em função do habito de consumir cigarros.

Passaram-se mais alguns anos assim, até que estudos realmente científicos e neutros começaram a chegar.

E o fato de que o cigarro além de viciante era extremamente danoso para a saúde não pode mais ser negado.

Só que eis que aqui surge “o pulo do gato” …

 

Como gerar dúvida contribui com a ignorância…

A indústria de tabaco para proteger as suas empresas e os seus lucros começou então a financiar estudos falsos para tentar provar que existiam “discordâncias” entre os pesquisadores.

Esse tipo de prática gerou até um fenômeno cultural em si mesmo, chamado de “agnotologia” (ou estudo da produção cientifica criada para gerar ignorância).

Em resumo, a meta dessas pesquisas era desinformar o grande público e criar dúvida na área da ciência especializada.

Assim, sem saber se o cigarro era realmente prejudicial ou não, as pessoas continuariam consumindo este produto. Isso não te lembra alguma coisa?

O resto da história, você já conhece…

Hoje é consenso que tabagismo está relacionado a mais de 50 doenças sendo responsável por 30% das mortes por câncer de boca, 90% das mortes por câncer de pulmão, 25% das mortes por doença do coração, 85% das mortes por bronquite e enfisema e por 25% das mortes por derrame cerebral.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todo ano mais de cinco milhões de pessoas morrem no mundo por causa do cigarro. E, em 20 anos, esse número chegará a 10 milhões.

Grande parte dessas mortes e doenças poderiam ter sido evitadas caso essas pesquisas tivessem chegado mais cedo ao conhecimento do grande público e tivessem sido incorporadas rapidamente pela sociedade, mas não foi isso o que ocorreu.

 

A Mesma Estratégia Utilizada pela Indústria Tabagista se Repete Com a Indústria Pornô

Hoje temos exatamente o mesmo cenário ocorrendo com a pornografia.

Praticamente todas as pessoas, independente da faixa etária, a consomem.

Os adolescentes são introduzidos cada vez mais cedo nesse mundo e o número de mulheres consumindo este tipo de material só aumenta.

Segundo uma pesquisa realizada pelo professor Simon Louis Lajeunesse, da Universidade de Montreal, a idade média de início de consumo é 10 anos de idade.

Da mesma forma que ocorreu com o cigarro, quem não consome pornografia é considerado “careta e atrasado” e existe até um status relacionado a isso na nossa sociedade.

A pornografia está cada vez mais normatizada. “Se todos consomem, é porque deve ser bom” – é a dedução mais comum.

Na outra ponta do iceberg existem os relatos de pessoas completamente viciadas e com a vida arruinada pela pornografia. Pesquisas têm mostrado níveis nunca vistos de disfunção erétil em adolescentes.

Através de ressonância magnética, os cientistas têm visto mudanças especificas no cérebro de viciados em pornografia.

As pessoas têm relatado mudanças profundas na sua orientação e gostos sexuais.

No entanto, a indústria pornográfica investe milhões de dólares para continuar incentivando a dúvida sobre isso.

Se você procurar hoje pelo tema do vício em pornografia, irá encontrar vários resultados tentando desmentir esse fenômeno supostamente embasados cientificamente.

Agora se você reparar bem, eles apontarão sempre para as mesmas 2 ou 3 pesquisas cientifica dos mesmos 2 ou 3 autores, ignorando completamente as outras 300 pesquisas de diversos autores.

Você acha que isso é alguma coincidência? Na verdade, não é.

O fato é que existem agências de marketing e assessorias de imprensas pagas por donos de sites pornôs para divulgar esse tipo de notícias.

Como vimos anteriormente, o importante aqui é “gerar dúvidas na mente das pessoas”, sobretudo dos especialistas, já que os mesmos geralmente tem a última palavra sobre o assunto.

Sites como o nosso, que ousam alertar sobre os malefícios da pornografia para o grande público, constantemente são ameaçados ou então difamados por notícias falsas perpetradas por esses mesmos autores.

Existem tantas evidências sobre essa conduta que um dia quem sabe até escreveremos um artigo só sobre isso.

Por agora, vamos dar uma olhada nas outras 7 principais mentiras que a indústria pornô gosta de nos contar…

 

 

7 Mentiras Que a indústria pornográfica Gosta de Nos Contar

 

Além de intimidar sites como o nosso, que alertam sobre os perigos do vício em pornografia, forjar falsas pesquisas, financiar portais de notícias e subornar profissionais da área da saúde, a indústria pornô costuma contratar especialistas de marketing para espalhar mentiras com a intenção de naturalizar o consumo de pornografia. Abaixo, as 8 mentiras mais comuns…

 

1 – “Pornografia faz bem para a saúde”

À despeito do que indústria pornográfica quer nos fazer acreditar, até o momento não existe nenhuma evidencia científica de que o consumo de pornografia possa fazer algum bem a saúde.

Pelo contrário…

Em relação aos prejuízos e as consequências do consumo de pornografia, já existem centenas de pesquisas.

Essas pesquisas descobriram, entre outras coisas, que o consumo de pornografia pode causar à longo/médio prazo:

Perda de interesse pela parceira (o), perda de interesse por relações sexuais reais, Disfunção Erétil, Ejaculação Precoce, Ejaculação Retardada, Perda de sensibilidade no pênis (Death Grip), Perda da sensibilidade na vagina (Death Schlick), Ansiedade social, Confusão mental e perda de memória, Procrastinação, perda da motivação e da força de vontade.

Também pode provocar: Hipofrontalidade, Sentimentos constantes de Vergonha e de Culpa, Depressão, Pensamentos suicidas induzidos pelo vício, Baixa autoestima, HOCD ou SOCD, Objetivação do sexo oposto, Confusão com a orientação sexual.

E ainda: Compulsão sexual, Principio de desenvolvimento de psicopatias sexuais, Voz fraca e falta de energia, Desenvolvimento de sintomas agudos de abstinência e Perda de atratividade sexual.

Isso só para citar os sintomas mais comuns.

 

2 – “Pornografia apimenta a vida sexual”

Apesar de num primeiro momento a pornografia passar a impressão de que “apimenta a vida sexual” das pessoas, o fato é que em médio/longo prazo, ela, na verdade, é responsável por destruí-las.

Isso porque além de causar uma série de consequências como disfunção erétil, anorgasmia e baixa libido, ela faz com que criamos altas expectativas em relação aos nossos parceiros sexuais.

Essa ilusão contribui para o aumento da desconfiança, da baixa autoestima, e das exigências que temos para com nossas (os) parceiros (as), podendo levar ao adultério ou a separação.

De acordo com um levantamento feito pela Academia Americana de Advogados Matrimoniais, 68% dos casos de divórcio nos EUA envolveram pelo menos um dos parceiros com encontros adúlteros com outro parceiro através da internet.

Segundo esse mesmo levantamento 56% dos casos de divórcio envolveram uma das partes tendo comportamentos e interesses obsessivos por sites pornográficos.

 

3 – “Pornografia é necessária para você se excitar”

Talvez para você se excitar com a própria pornografia, a resposta seja sim, mas já para o sexo real com pessoas reais, a pornografia pode ser um grande problema!

Isso porque à longo prazo o consumo de pornografia dessensibiliza o sistema de recompensas do nosso cérebro que, devido ao excesso de estímulos artificiais, vai necessitando cada vez mais material pornográfico extremo para obter a mesma excitação que ele antes obtinha com poucos estímulos (vide conceito de vício).

Isso causa a sensação de que a pornografia é necessária para se excitar. Mas a verdade é que ela é justamente a causa dessa baixa excitação.

Usuários que abandonam o uso de pornografia relatam com frequência que a excitação natural deles por pessoas reais voltou semanas após abandonar o vício em pornografia.

 

4 – “Pornografia aumenta o desejo”

Sim, a pornografia aumenta o desejo…. o desejo por ainda mais pornografia!

Não se engane. Como se trata de um vício, quanto mais consumimos pornografia, menos teremos desejos por pessoas reais.

Na verdade, até teremos a sensação de que temos mais desejo sexual, mas na prática, o sexo real nunca irá atingir o mesmo nível de prazer proporcionado pelo consumo pornografia.

Não é incomum homens e mulheres com vidas sexuais ativas recorreram à pornografia mesmo logo após terem realizado o ato sexual.

Isso ocorre porque o cérebro deles está condicionado. Ou seja, eles não conseguem mais se excitar para o sexo real sem a ajuda da pornografia.

Essas pessoas confundem a compulsão por consumir mais pornografia com “o aumento da libido” ou “aumento do desejo sexual”.

 

5 – “Pornografia aumenta a virilidade”

Os vídeos pornôs geralmente mostram homens que duram muito na cama e que são viris e ejaculam bastante sêmen.

Só que na vida real, é justamente o contrário que ocorre.

Como já explicamos exaustivamente em nosso site, o consumo de pornografia é o principal responsável pela disfunção erétil em homens e adolescentes saudáveis.

Como o que move a busca por pornografa são as novidades, não é incomum pessoas de um gênero sexual escalarem para gêneros diferentes da sua orientação sexual.

Em suma, consumir pornografia além da não aumentar a sua virilidade, irá te deixar com disfunção erétil e com desejos homossexuais (caso você não seja homossexual) e vice-versa (caso você seja homossexual).

 

6 – “Pornografia me motiva a ir atrás de um relacionamento”

Um estudo de 2008 descobriu que 20% dos jovens franceses não estão mais interessados em sexo. No Japão o cenário é ainda pior. De acordo com uma pesquisa feita em 2012 pelo ministério da saúde do Japão, 36% dos japoneses com idades entre 16 e 19 anos, não tem interesse em sexo.

Na China, 36% dos internautas declararam preferir a internet ao ato sexo. Na Inglaterra, a mesma tendência. Uma pesquisa de 2013 mostrou que a frequência com que os britânicos fazem sexo, caiu 20% desde o ano 2000.

Coincidência? Assexualidade?

Nos fóruns sobre o vício em pornografia na internet é comum algumas pessoas se questionarem se não seriam “assexuadas”?

Quando perguntamos a elas a frequência com que se masturbam ou consomem pornografia na internet, elas respondem: “1 ou 2 vezes por dia”.

Como alguém que se masturba e consome pornografia 1 ou 2 vezes por dia pode ser assexuado?

O fato é que se você consome pornografia a intervalos regulares você não é assexuado.

Você apenas está direcionando o seu instinto sexual para a pornografia ao invés de direcioná-lo para relacionamentos reais.

Estudos demonstram que quando injetamos anfetamina em animais naturalmente monogâmicos eles não demoram para desejar um outro parceiro.

A estimulação artificial em animais monogâmicos faz com que eles se tornem parecidos com outros mamíferos que nunca desenvolveram circuitos cerebrais para relações românticas de longo prazo.

Pesquisas em humanos sugerem a mesma coisa, ou seja, que a estimulação artificial (consumo de pornografia) enfraquece a criação de vínculos e o amor romântico entre duas pessoas.

De acordo com um estudo feito em 2007, homens expostos a inúmeras imagens sexualizadas de potenciais parceiras sexuais, passaram a desvalorizar suas parceiras tanto em atratividade como em inteligência.

Em um estudo mais antigo, ambos os sexos demostraram sentir menos satisfação e apreço pela aparência, performance e inteligência dos seus parceiros reais após consumirem pornografia.

Portanto, consumir pornografia não te motiva a ir atrás de relacionamentos e sim apenas a consumir ainda mais pornografia.

 

7 – “Pornografia me permite abrir a novas ideias”

Sim, isso é verdade!

A pornografia realmente te “abre para novas ideias”.

Ideias como por exemplo a naturalização do incesto, do sexo com adolescentes, do abuso infantil, de atos sexuais com animais, do adultério, da humilhação consentida, dos estupros, etc.

Se você acha isso tudo normal, então, isso significa que o seu cérebro já está profundamente condicionado pelo uso de pornografia.

A Dra. Gail Dines relata ter entrevistado estupradores de criança. Homens que estavam presos por posse de pornografia infantil e por estupro.

Quando ela perguntou se eles eram pedófilos eles ficaram ofendidos:

“Claro que não! A gente prefere sexo com mulheres adultas!”

Mas se vocês não são pedófilos, por que estupraram crianças? Resposta:

“Ficamos entediados com a pornografia adulta e queríamos tentar algo novo”.

Esses mesmos homens levaram apenas 1 ano para estuprar uma criança depois de terem visto pornografia infantil pela primeira vez.

Se ainda tem dúvidas sobre a influência que a pornografia pode ter sobre a mente de uma pessoa, recomendamos que assista a famosa entrevista de Tedy Bundy um dos maiores Serial Killers da história, onde ele revela a influência que a pornografia teve sobre o seu comportamento.

Depois, não adianta dizer que não foi avisado.

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8 Consequências Diretas Da Indústria Pornográfica Em Nossas Vidas

Apesar de gerar empregos e ser uma indústria altamente lucrativa, a indústria pornográfica é, em geral, tóxica, prejudicial e traz uma série de malefícios para as nossas vidas.

Poderíamos ficar aqui citando dezenas de consequência diretas dela.

Achamos melhor resumir em 8 principais. Veja quais são elas:

 

1˚ – Vício em pornografia

Sem dúvidas, o principal problema originado pela indústria pornográfica é o vício em pornografia. Não é à toa que é ela é tão lucrativa.

Afinal, pessoas comuns que começam buscando por pornografia na internet apenas para saciar a sua curiosidade, acabam desenvolvendo dependência ao longo do tempo.

De forma muito semelhante ao vício em drogas, o vício em pornografia começa com uma simples curiosidade e pode demorar anos para que os primeiros sintomas comecem a aparecer.

Mas não se engane. Mesmo o consumo de quantidades pequenas de pornografia já é suficiente para desencadear inúmeras consequências.

Se você acredita que não é viciado, mas passa horas online vendo pornografia na internet, fique alerta! Você pode ter sido mais uma vítima dessa indústria, sem nem ao menos saber.

Na dúvida, faça o nosso teste de vício em pornografia.

 

2˚ – Destruição de relacionamentos

Uma segunda consequência direta do consumo de pornografia é a destruição dos relacionamentos afetivos.

Apesar de muitos especialistas ainda incentivarem o uso de pornografia para “apimentar a relação” e “estreitar vínculos afetivos”, a verdade não poderia estar mais longe disso.

Recentes estudos científicos provaram que em médio/longo prazo o consumo de pornografia, mesmo por pessoas não viciadas, provoca menor excitação, menor satisfação sexual, menor satisfação nos relacionamentos e queda na atratividade sexual.

Também desencadeia problemas de desempenho sexual, dificuldade orgástica, disfunção erétil e necessidade crescente de uso de material pornográfico mais extremo.

Além de induzir a preferência pelo uso de Pornografia em vez de sexo com uma parceira (o) real, e de induzir atitudes violentas contra às mulheres, entre outros problemas.

 

3˚ – Educação Sexual Distorcida

Não é novidade para ninguém que nos filmes pornográficos os atores e atrizes estão ali para criar as fantasias mais extremas e proibidas das pessoas.

Há quem diga que isso “é saudável e que não causa nenhum problema a não ser enriquecer o mundo da imaginação e das fantasias”. Será mesmo?

O fato é que, além de promover mudanças em estruturas químicas e físicas do nosso cérebro, o consumo de pornografia envolve também mudanças em termos de aprendizado.

Observar outros seres humanos realizando suas atividades é a forma mais antiga e funcional de aprendizado. Muito mais eficiente que a educação formal.

Trata-se, portanto de uma grande ingenuidade acreditar que simplesmente avisar as nossas crianças de que a pornografia da internet não é a mesma coisa que o sexo real, trará algum resultado em termos de educação sexual.

Quando assistimos a um filme pornô, nós estamos de fato aprendendo que ejacular no rosto das pessoas, fazer sexo em grupo e transar sem camisinha é supostamente “normal”.

Quanto mais você consome mais o seu cérebro se educa e solidifica células nervosas e braços de conexões que constituem esse aprendizado.

Segundo a Dra. Gail Dines, professora de sociologia e estudos femininos:

“Concordamos que a indústria de alimentos molda a maneira que comemos, que a indústria da moda molda a maneira que nos vestimos, então como é possível que a indústria do sexo seja única que não molda o comportamento humano? Se a indústria pornográfica não molda a maneira como nos comportamos então tudo que sabemos sobre sociologia e psicologia está errado.”

 

4˚ – Tráfego Sexual e Prostituição

Tráfego Sexual e Prostituição andam de mãos dadas quando o assunto é a indústria da pornografia. Não é difícil de deduzir o porquê, não é mesmo?

Embora existam muitos discursos em defesa dessa atividade, muitos deles argumentando que a indústria pornográfica reflete o “empoderamento das mulheres”, quando na verdade as mulheres são as maiores vítimas dessa atividade.

Para se ter uma ideia, estima-se que 90% das mulheres que trabalham para a indústria pornográfica foram abusadas quando crianças.

Aproximadamente 2 milhões de mulheres são escravas sexuais ao redor do mundo e a taxa de desenvolvimento de síndrome de stress pós-traumático nesses casos é equivalente aos de veteranos de guerras nos EUA.

Além disso, na Deep Web onde o acesso a pornografia é criptografado, a pornografia infantil é, de longe, o tema mais procurado pelos usuários.

E as condições de trabalho, ao contrário do que pregam as produtoras de vídeos pornôs, não são das melhores. Recentemente o ex-ator pornô Derrick Burts de apenas 24 anos de idade disse o seguinte, depois de descobrir que tinha adquirido o vírus HIV:

“O fato de não se usar preservativo na indústria pornô, que é um trabalho de altíssimo risco, é muito perigoso. As produtoras gostam de declarar que os exames são suficientes para proteger os atores de doenças sexualmente transmissíveis e do HIV. Isto é completamente falso. Os exames não fazem nada, só te informam o que você tem ou não tem. A proteção real é a gente se proteger com um preservativo, mas isso é algo que as produtoras não querem”.

O caso de Derrick ocorreu seis anos depois de que 14 atores tiveram resultado positivo para HIV, o que levou várias empresas a fecharem suas produtoras.

 

5˚ – Consumo de Drogas e Tentativas de Suicídio

Para quem está longe, a indústria pornográfica parece mil maravilhas: sexo à vontade, glamour, muito dinheiro, lindos homens e mulheres. No entanto, a realidade não é tão cor-de-rosa assim.

Para suportar a quantidade de cenas, a troca constante de parceiros e até mesmo, os pedidos mais extremos, o uso de drogas entre as atrizes e atores pornôs é uma das práticas mais comuns da indústria pornográfica.

Aliás, não é raro que as pessoas entrem para a indústria pornográfica apenas para financiar o seu vício em drogas (crack, cocaína).

Muitas delas estão desesperadas e se prostituir é o meio mais fácil de conseguir financiar esse estilo de vida.

O álcool também faz parte deste mundo, funcionando como uma espécie e analgésico para muitas pessoas. Por isso é tão comum ver ex-atrizes ou ex-atores pornôs buscando tratamento ou internados em clínicas de reabilitação.

Além disso, estima-se que entre 2000 a 2015 ocorreram mais de 50 casos de suicídios de pessoas diretamente envolvidas com a indústria pornográfica.

 

6˚ – Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)

Você já viu algum filme pornô em que os atores usam camisinha? Pode até ter visto, mas é muito raro não é mesmo?

O problema é que apesar de os filmes pornográficos serem “ficção”, as doenças que os atores pegam e transmitem são muito reais!

Se você ainda duvida, veja o caso do veterano ator pornô Nacho Vidal que desenvolveu a síndrome de Reiter, devido ao mesmo ter contraído gonorreia e clamídia ao menos 50 vezes durante a sua carreira (isso mesmo!).

Os efeitos dessa síndrome são tão perversos que Vidal chegou a dizer aos médicos que “iria se suicidar de dor”.

Estima-se que somente entre o período de 2003 e 2014, cerca de 230 atores e atrizes morreram em consequência de AIDS.

Levando-se em conta o número total de atores e atrizes que já faleceram, a média de vida de uma pessoa que faz filmes pornográficos é de 36,2 anos.

O sexo desprotegido é tão problemático para a saúde pública em geral, que em 2012 entrou em vigor uma lei no estado de Los Angeles, que obrigava os atores pornôs a usarem preservativos.

Adivinhem o resultado? As solicitações de permissão para rodagem de filmes pornográficos nesse estado reduziram em 90% no ano seguinte.

 

7˚ – Aumento de Procura Por Cirurgias de Correção Vaginal entre Crianças e Adolescentes

Sim, é exatamente isso que você leu: a pornografia tem levado cada vez mais crianças e adolescentes a buscar plásticas vaginais.

Esse procedimento é chamado de labioplastia e adivinhem?  O Brasil é o campeão mundial em labioplastia. Somente em 2016 foram realizados 23.155 procedimentos estéticos deste tipo por aqui.

A explicação para esse fenômeno é que os vídeos pornôs se tornam referência para muitos jovens, que ao comparar suas vaginas com a das atrizes vistas nos vídeos, acreditam que “há algo de errado com as delas”.

Ana, uma jovem britânica que solicitou uma cirurgia de labioplastia com apenas 14 anos de idade disse que acreditava que a sua vagina “não era não era bonita o suficiente”, “que não tinha um bom aspecto”.

“Acho que gostaria que ela fosse menor. As pessoas ao meu redor assistiam a pornografia e eu criei essa ideia de que a vagina deveria ser simétrica “

Ginecologistas alertam que a grande maioria dos casos não precisam de intervenção e que foi só nos últimos anos que as adolescentes começaram a ter esse tipo de incômodo.

Paquita de Zulueta, que é clínica geral há mais de 30 anos, disse que é comum ver meninas novas, de 11, 12 e 13 anos, reclamando de suas vaginas, acreditando que “tem algo de errado com elas”.

 

8˚ – Aumento de Consumo de Viagra entre adolescentes

A Grã-Bretanha logo se tornará o primeiro país do mundo onde o Viagra pode ser comprado sem receita médica.

O objetivo, de acordo com a Pfizer (fabricante do remédio) “é ajudar os homens a se apossarem do medicamento com mais facilidade, sem o constrangimento de ter que ir ao médico para pedir”.

O constrangimento dos adolescentes em comprar Viagra pode explicar o enorme mercado negro da droga. Na Inglaterra os medicamentos para impotência representam 90% de todos os comprimidos falsificados capturados.

Em 2016, a polícia canadense apreendeu o equivalente a 10 milhões de reais em produtos farmacêuticos falsificados, sendo que 98% deles eram remédios para disfunção erétil.

Além disso, dados oficiais mostraram um aumento surpreendente de mais de 51% na última década no número de jovens que apareceram na emergência dos hospitais com priapismo (ereções dolorosamente persistentes).

Especialistas afirmam que a causa mais frequente é a de homens jovens tomando Viagra sem necessidade.

No Brasil, com a liberação dos genéricos, foi reportado um aumento de 50% nas vendas de remédios para impotência e grande parte desse aumento está relacionada ao consumo por adolescentes.

Até mesmo o empresário Eike Batista está investindo pesado nesse nicho.

Pura coincidência? Abraham Morgentaler urologista, professor de Harvard e autor de um livro sobre o assunto, disse:

“É difícil saber exatamente quantos adolescentes estão sofrendo de disfunção erétil induzida pela pornografia, mas está claro que esse é um novo fenômeno.”

Mas se o Viagra foi criado para homens mais velhos que desejam manter sua vida sexual o maior tempo possível, por que os jovens, no auge da vida sexual, precisam do Viagra?

Como nós já explicamos por aqui, um dos sintomas mais comuns do vício em pornografia é a disfunção erétil.

Existem vários estudos que mostram que homens que assistiam regularmente pornografia são mais propensos a sofrer de impotência.

Isso ocorre porque o consumo de pornografia dessensibiliza o sistema de recompensas do nosso cérebro e também as áreas responsáveis pelo surgimento da ereção.

É como se devido à intensa variedade disponível nos vídeos pornôs, os adolescentes não conseguissem mais obter prazer em relação ao sexo normal, tendo que recorrer à pornografia intensa para se manterem excitados.

É claro que nem todo o tipo de impotência ocorre devido ao consumo de pornografia.

No entanto, se você tem menos de 40 anos, é saudável e não tem nenhum problema físico, é provável que sua disfunção não seja física.

Se você está em dúvidas se o seu tipo de Disfunção Erétil é ou não induzido pelo consumo de pornografia, faça o nosso teste de Disfunção Erétil.

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O Futuro Da Indústria Pornográfica

Se a situação já é alarmante na atualidade, você nem imagina o que nos espera no futuro…

 

Realidade virtual

Com a chegada do Oculus Rift ao mercado a indústria do entretenimento irá mudar radicalmente, assim como a nossa própria relação com a tecnologia.

No que consistem esses óculos?

Trata-se de óculos de realidade virtual como esse da imagem acima. Com ele é possível vermos filmes de todos os ângulos possíveis (360º) com sensores de movimento que se movem de acordo com o nosso corpo como se estivéssemos de fato dentro deste mundo virtual.

Se você já experimentou um desses óculos deve ter ficado chocado com o nível de realismo que eles representam.

A sensação não é simplesmente de que você está assistindo a um simples vídeo ou jogo de vídeo game. A sensação é a de que você de fato está vivendo essa realidade.

E de fato, está mesmo! Isso porque o nosso cérebro simplesmente não consegue diferenciar a realidade virtual da realidade ordinária.

Como não existe nenhum ponto de fuga visual devido ao fato de você estar totalmente imerso dentro dos óculos, ele cria a ilusão perfeita de realidade que é interpretada cognitivamente pelo seu sistema nervoso como se fosse a vida real.

Essa tecnologia irá mudar a forma como lidamos com a realidade e é uma questão de tempo para que ela seja uma realidade tão comum como vídeo games, celulares e computadores.

 

Avatar pornô

Uma dessas novas possibilidades é a da criação do nosso próprio “Avatar pornô”.

Isso mesmo.

A criação de um personagem virtual desenhado por nós mesmos com as características desejadas por nós, assim como um mundo completamente virtual criado a nosso gosto.

Seria algo mais ou menos como o jogo The Sims, só que voltado para a pornografia.

Neste momento em Los Angeles, atrizes pornôs estão sendo escaneadas para serem reproduzidas em 3D.

Se dúvida veja com os seus próprios olhos nessa reportagem do canal Vice: “A Indústria do Amor Digital”:

 

Google Glass

Outra inovação que a indústria pornô pretende se apropriar no futuro são os óculos de “realidade aumentada”, sendo o mais famoso o Google Glass.

Um experimento do Google que chegou a ser comercializado recentemente, mas não obteve tanto sucesso por enquanto, mas que demonstra para onde tal tecnologia nos levará.

Diferente da realidade virtual, o conceito de realidade aumentada implica podermos ter informações em tempo real diretamente dos nossos óculos através de comando de voz (como um cyborg dos filmes de ficção cientifica).

Num experimento da indústria pornô, dois famosos atores pornôs foram convidados para testar os óculos.

A ideia era que cada um usando um Google Glass pudesse transmitir ao parceiro através da câmera virtual dos óculos em tempo real durante o ato sexual a sua própria experiência.

Uma espécie de “seção de Skype pornô” onde cada parceiro via o ponto de vista do outro durante o ato sexual.

Esse experimento gerou centenas de pedidos de informações sobre os óculos e sobre a realidade aumentada.

É como se a pornografia já tivesse esgotado todas as suas possibilidades que agora precisam ser ainda mais exageradas pela tecnologia para poder satisfazer os consumidores.

 

Kiiroo sexo virtual

Em Amsterdam, uma empresa se aproveitou dessas duas tecnologias citadas para ir o mais longe possível que alguém já foi em termos de sexo virtual a distância.

Eles criaram uma espécie de “pênis virtual eletrônico” e uma “vagina virtual” com sensores responsíveis em tempo real que através de uma conexão Bluetooth se conectam virtualmente de forma que um casal possa fazer sexo virtual físico a distância.

Esse dispositivo é chamado de Kiiroo e o modelo “Hétero” (que vem com um dispositivo masculino e um feminino) já está disponível para venda por aproximadamente 400 dólares.

Pessoas que experimentaram o Kiiroo relatam que: “ele é uma mistura entre pornografia, masturbação e sexo, mas ao mesmo tempo uma modalidade diferente de ato sexual existente entre os limites dessas três modalidades citadas”.

 

Questão de tempo

Parece bizarro e exagerado, mas isso não é ficção cientifica.  Está acontecendo nesse exato momento em vários lugares do planeta e possivelmente seja questão de tempo para essas práticas e produtos se popularizarem.

Percebam que não existe nenhum mal em si com a tecnologia. Se formos analisar, esses produtos realmente são muito interessantes do ponto de vista tecnológico e seus criadores são geniais (com exceção dos associados diretamente a indústria pornográfica).

O fato concreto é que nós estamos no meio do grande boom de uma indústria em ascensão relacionada à pornografia que fatura bilhões por ano e que cada vez mais dedica dinheiro, esforço e tecnologia em pesquisas e em desenvolvimento de produtos para satisfazer seus clientes.

Em paralelo crescem as pesquisas sobre o vício em pornografia, que avançam devagar uma vez que não possuem tanta soma de investimentos e recursos para se igualar ao ritmo do desenvolvimento dessas tecnologias.

Para fazer uma analogia entre a indústria pornográfica com a indústria do cigarro, é como se a indústria pornô hoje estivesse no início do século, onde a indústria tabagista estava em pleno crescimento e expansão pelo mundo, sendo que os seus resultados negativos ficaram evidentes apenas décadas depois.

 

 

5 Maneiras de Você se Proteger da indústria pornográfica

Bom, agora que você já compreendeu a mentira que é a indústria pornográfica e os problemas que ela pode trazer para a sua vida, está na hora de se proteger dela.

Siga esses 5 simples passos básicos e comece hoje mesmo a se blindar contra a pornografia.

 

Passo 1 – Faça o Reboot de Pornografia

Se você consome pornografia, mesmo que em poucas quantidades, você já está sujeito ao vício.

Muitas vezes os sintomas podem demorar anos (às vezes décadas) para aparecerem, mas quando você menos espera, eles aparecem.

Se você aguardar passivamente todo esse tempo, pode ser tarde demais!

Portanto, faça o tratamento e pare hoje mesmo com o consumo de pornografia.

Quanto mais cedo você erradicar esse hábito da sua vida, mais cedo o seu cérebro irá se recuperar.

Além disso, a humanidade agradece, pois ao parar com o consumo de pornografia, você deixará de alimentar essa indústria inútil.

Não faz a menor ideia de como parar com a pornografia? Então baixe o Guia Introdutório que criamos para te ajudar com essa tarefa (é gratuito).

 

Passo 2 – Bloqueie sites pornográficos

Caso parar com a pornografia ainda seja muito difícil para você, um dos passos iniciais que você pode dar é instalar os bloqueadores de pornografia.

Bloqueadores ajudam a educar o nosso cérebro e impedem que num momento de estresse, tristeza, carência ou desejo sexual, você acesse um site pornô.

Não se engane! A maioria das pessoas acha que pode parar com o consumo de pornografia sem o uso de bloqueadores, mas a verdade é que 90% delas não conseguem passar nem 1 mês longe da pornografia sem eles.

Caso não saiba como instalá-los, nós temos uma seção inteira ensinando como instalar os principais bloqueadores de pornografia existente, passo-a-passo.

Com a ajuda dessas ferramentas você saberá exatamente o que fazer para bloquear pornografia em seu computador, tablets e celulares.

 

Passo 3 – Leia Artigos Científicos

A ciência pode não ser perfeita, mas nos dias de hoje, ondem abundam informações falsas pela internet, ela é ainda o nosso principal critério quando se trata de confirmar ou não informações.

Nós do site Vício em Pornografia | Como Parar? sempre nos pautamos por artigos científicos sérios, devidamente comprovados e acessíveis antes de compartilharmos qualquer informação.

Nossa página exclusiva de pesquisas científicas contém um banco de dados de mais de 280 pesquisas sobre o vício em pornografia, que você pode acessar sempre que precisar.

Não importa se você é um profissional da área da saúde ou simplesmente uma pessoa querendo se informar mais sobre o vício. Se atualizar sobre os resultados das pesquisas cientificas é fundamental para todas as pessoas que estudam a sério um assunto.

 

Passo 4 – Leia Histórias de Sucesso

Psicólogos e profissionais ligados à área da saúde são unanimes em afirmar a importância de conhecermos as histórias das pessoas que estão passando pelo mesmo problema que o nosso.

Isso é importante por dois motivos:

O primeiro deles é que isso irá gerar empatia para com essas pessoas, tendo como resultado uma maior compaixão para com nós mesmos indiretamente, fato que por si só irá ajudar muito no tratamento.

Saber que outra pessoa está passando pelo mesmo drama que o nosso nos ajuda a ter uma perspectiva maior do problema.

E também ajuda a evitar que nos sintamos “vítimas da situação” ou que o nosso orgulho tente fazer nos acreditar que o nosso caso “é pior e mais sério que o das outras pessoas”.

Acredite…. sempre haverá uma história pior!

E isso deveria ser suficiente para que cultivemos a humildade e agradecêssemos por termos a chance de conhecer este problema há tempo e ainda termos acesso a informações de como lidar com ele.

Um segundo e mais obvio motivo é o de conhecer as consequências e sintomas avançados do vício, para que através do exemplo dos outros possamos evitar que o mesmo ocorra conosco no futuro.

Como diz o famoso ditado: “Aprenda com a desgraça dos outros, para que os outros não tenham que aprender com as suas”.

Já a leitura de histórias de sucesso, ou seja, de quem conseguiu parar com o vício, provam que é possível parar, nos dão incentivo, nos motivam e nos mostram o caminho a seguir que deu certo.

Caso deseje ler essas histórias, em nosso site existem várias delas.

 

Passo 5 – Compartilhe e divulgue artigos como este

“Tudo o que você dá lhe pertence. Tudo o que você guarda é perdido para sempre” (provérbio armênio).

Quer se proteger da pornografia e não sabe como? Um dos meios mais fáceis de fazer isso é compartilhando esse artigo.

Ao tomar essa atitude e distribuir esse tipo de informação, você estará aumentando a chance de esse artigo chegar às mãos de mais pessoas.

Pessoas que no futuro poderão fazer algo a respeito desse problema.

Como por exemplo: produzir mais estudos sobre este tema, desenvolver bloqueadores mais eficazes ou então políticas públicas de combate a pornografia, prostituição e o abuso infantil.

Com este simples gesto, quem sabe esse artigo poderá chegar, num pai de família que depois de lê-lo compreenderá os perigos da pornografia e irá proteger os seus filhos desde novos.

Ou então em uma pessoa que não fazia ideia dos prejuízos que a pornografia poderia lhe causar e que agora irá ficar mais consciente sobre isso, se precavendo contra o seu uso.

Em suma, com uma simples atitude, você estará tornando o mundo um lugar melhor e ainda salvando vidas.

No futuro esses benefícios irão retornar a você, impactando positivamente na vida dos seus filhos e netos e te ajudando a se proteger ainda mais da pornografia.

E então, o que você está esperando?

Nós do site Vício em Pornografia | Como Parar? te desejamos uma vida saudável!

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